Frase de Maria Eduarda Baldini Zafonatto
As coisas vão perdendo o sentido e simplismente se esvaecem no ar. Deixamos muito pra trás, as vezes quase tudo em busca de uma felicidade incerta.
Maria Eduarda Baldini Zafonatto
No pensador.ai desde
As coisas vão perdendo o sentido e simplismente se esvaecem no ar. Deixamos muito pra trás, as vezes quase tudo em busca de uma felicidade incerta.
Maria Eduarda Baldini Zafonatto
No pensador.ai desde
Estava assustada nos últimos dias, uma moral despedaçada e minha identidade tão suja quanto meu corpo. Bizarro, meu futuro se perdia entre mesas de um bordel. Interligada entre couro x seda por um querer perigoso, frio na espinha, arrepio no corpo todo e aquilo que me arrancava u…
Estava assustada nos últimos dias, uma moral despedaçada e minha identidade tão suja quanto meu corpo. Bizarro, meu futuro se perdia entre mesas de um bordel. Interligada entre couro x seda por um querer perigoso, frio na espinha, arrepio no corpo todo e aquilo que me arrancava um sorriso me dava junto à certeza que não ficaria para o final. Enganei-me! Não podia fazer mais nada, minha boca ardia, meu corpo tremia a cada golpe. Naquela noite não me vendi. Dei-me por inteira.
Lá estava em perfeito deslumbre, com sua armadura e seu escudo apostos, mas sua principal arma ainda era o silêncio. Competente, tanto no ataque quanto na defesa. Tanta fortaleza, tão de ferro e se entregar pelo olhar ou por pequenos detalhes não é justo. Até o mais nobre e honra…
Lá estava em perfeito deslumbre, com sua armadura e seu escudo apostos, mas sua principal arma ainda era o silêncio. Competente, tanto no ataque quanto na defesa. Tanta fortaleza, tão de ferro e se entregar pelo olhar ou por pequenos detalhes não é justo. Até o mais nobre e honrado cavaleiro comete falhas, então, quem somos nós para dizer que não erramos. Não condiz contar derrotas ou vitórias, condiz contar dias de luta, dias de caminhada, dias de recomeço. Siga em frente como o cavaleiro de ferro, e quando encontrar a paz que procura, desça de seu cavalo branco e grite pro mundo e pra si mesmo: Eu não desisti, eu consegui!
Ela se perdia mais ainda a cada passo, novas caras, novas pessoas, novos ideais ou os mesmos de certo tempo atrás. A semana acabaria e ela continuaria a se perder, dentro de si, dentro de deles, dentro de ti. O elo que ainda os unia já se desmanchara quando ela passou a olhar pra…
Ela se perdia mais ainda a cada passo, novas caras, novas pessoas, novos ideais ou os mesmos de certo tempo atrás. A semana acabaria e ela continuaria a se perder, dentro de si, dentro de deles, dentro de ti. O elo que ainda os unia já se desmanchara quando ela passou a olhar pra si e não pro lado ou para trás. Uma coisa ainda era certa e Valentina tinha certeza disso: o dia de amanha.
Até quando vamos aceitar ficar com a ‘’bunda’’ quadrada de tanto permanecer sentados na cadeira da vida, deixando as coisas acontecerem e andarem por si próprias. Até quando vamos engolir calados que as coisas acontecem porque tem que acontecer e se conter de levantar a mão e gri…
Até quando vamos aceitar ficar com a ‘’bunda’’ quadrada de tanto permanecer sentados na cadeira da vida, deixando as coisas acontecerem e andarem por si próprias. Até quando vamos engolir calados que as coisas acontecem porque tem que acontecer e se conter de levantar a mão e gritar pra todos que essa história não passa de desculpa de gente preguiçosa e de quem não faz nada para ver mudanças. Até quando vamos ver nossa felicidade embarcar em um trem para longe e nos ver deixar ela ir sem mover uma palha por ter medo de se permitir. Até quando vamos abaixar a cabeça por qualquer não que nos enfiarem na cara, quantas vezes vamos ver nossos joelhos ralados de tanto cair no chão, por ter feito de novo o que era certo, mas sabendo que não era bom para nosso interior. Até quando vamos desistir de nossas tão sonhadas idealizações só porque achamos, ou porque alguém disse que era impossível. Quando vamos perceber que não é regra tudo aquilo que nos impõem. Quando vamos pisar com toda a nossa capacidade no medo que temos, erguendo a cabeça e enfrentando aqueles obstáculos que nos parecem inquebráveis, mas quando olhamos de outro ângulo vemos o tamanho da nossa capacidade. Podemos sim mudar o que já foi feito, basta começar por nós mesmos. Vale querer mudar o mundo, a cidade, o vizinho ou até o nosso próprio jeito de ver as coisas, mas é de baixo que se levanta, é das pequenas que se constroem as grandes. É por nós e por aqueles que estão vindo que devemos optar por fazer diferente, por ser diferente. Trocando o nome ‘’sonho’’ por ‘’concreto’’. “Antes de querer mudar o mundo, mude-se’’.