Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
A MORTE DAS VIOLETAS (soneto) No vaso floreado de variada cor De suave frescor e delicada trama Cheias de viço e aveludada rama Desabrocham as violetas em flor Pouco estar, e de fugaz esplendor No seu breve e infortunado drama Enlanguescida, ela, curva e acama Tal aos pés da sofrência a fatal dor E vai perdendo o regalo a violeta Aos amuos do tempo, ali funesto Num despojo final, e última reta E, desbotada e então tombada Épica, em um derradeiro gesto Mortal, a violeta se vê imolada © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02 de agosto, 2016 – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
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