Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
O PRESIDIÁRIO .... Ó meu coração, meu pobre coração que choras Os soluços sentidos dum nefasto desventurado Se a lei do amar te angustia em seguidas horas Diante do afeto ninguém deve ser condenado Se tem sede de mimo e se confiante imploras O suave amparo de o cupido a ti deliberado Que seja flechado de luz nas suaves auroras Superando a regra da sorte que a ti é dado Não há prisão, nem há solidão tão pobre De um olhar abraçado, cumplice e nobre Que não possa estar ao lado e ao dispor Somos todos uma solta sensação serena Quando o desejo deseja eximir de pena Safando da sentença o condenado amor! ... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 24/01/2021, 16’50” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde