Frase de Ricardo de Moura Borges
" Existo, logo leio livros."
No pensador.ai desde
" Existo, logo leio livros."
No pensador.ai desde
Lá estava eu naquela escola, naquela tarde quente... Levei tudo que aprendi na Universidade sobre idade média. Puxa! Estava entusiasmado, pois pensei que eu haveria de problematizar o ensino de história. Muni-me de autores que desconstruíam o pensamento de que a idade média era a…
Lá estava eu naquela escola, naquela tarde quente... Levei tudo que aprendi na Universidade sobre idade média. Puxa! Estava entusiasmado, pois pensei que eu haveria de problematizar o ensino de história. Muni-me de autores que desconstruíam o pensamento de que a idade média era a idade das trevas, mesmo que o livro didático também de certa forma ja redirecionava para isso; assisti filmes, e videos..., mas me surpreendi... pois, os alunos me deslocaram do eixo significativo, partindo para outas problematizações. Durante a aula percebi que a pergunta da aluna foi muito mais interessante do que meu aprendizado durante meu curso. Perguntou a aluna: Idade Média professor, provêm de medir? Desconcertado, minha mente logo percebeu o quanto muitas vezes nos preparamos para a sala de aula, e não observamos o quanto temos a aprender com questões dos alunos.
Muitas vezes o aluno universitário esta imbuído de inúmeras tarefas. Nos períodos finais de um curso, eis que surge o espirito de desespero, e ai é que nos preparamos para o grande final, onde na monografia encontramos sentido para o nosso curso.
Duvidas e incertezas surgem todos os dias, contudo percebo que existem dois tipos de pessoas: aquelas que resolvem as duvidas; e aqueles que duvidam de duvidarem de tudo.
Com as novas abordagens da História agora encontramos o destaque da mulher durante os tempos históricos. No fim do século VI quem matasse uma mulher germanica era condenado a pagar 600 soldos e mais 600 se está estivesse gravida de um menino. Já a morte de uma mulher que não proc…
Com as novas abordagens da História agora encontramos o destaque da mulher durante os tempos históricos. No fim do século VI quem matasse uma mulher germanica era condenado a pagar 600 soldos e mais 600 se está estivesse gravida de um menino. Já a morte de uma mulher que não procriasse mais era paga por 200 soldos.