Pular para o conteúdo

Frase de Andrezza Guedes

“Não importa o que está à nossa volta, quando nossos olhares se cruzam, não tem nada que possa impedir a vontade de unir nossos corpos em um só”.

Andrezza Guedes

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Andrezza Guedes

"Reciprocidade não se pede, é uma pena. É uma pena não receber em troca nem metade do esforço que a gente faz por alguém (...)"
“Não importa a intensidade, do quão forte a vida pode bater. O ponteiro do relógio pode não marcar a hora exata, as gotas de chuva podem não cair com a mesma frequência, mas uma hora você tem que acordar. O tempo continua passando. Você não muda as estações, são elas que mudam vo…
Continuar lendo

“Não importa a intensidade, do quão forte a vida pode bater. O ponteiro do relógio pode não marcar a hora exata, as gotas de chuva podem não cair com a mesma frequência, mas uma hora você tem que acordar. O tempo continua passando. Você não muda as estações, são elas que mudam você!”

"Olhando pelo lado de fora da janela, depois de um dia longo; Quem me via, imaginava que eu estava à procura de algo, mas eles nem podiam imaginar o que eu estava reparando. As folhas das arvores caídas pelo chão, dando seus primeiros sinais de outono. O tempo ia passando e meus…
Continuar lendo

"Olhando pelo lado de fora da janela, depois de um dia longo; Quem me via, imaginava que eu estava à procura de algo, mas eles nem podiam imaginar o que eu estava reparando. As folhas das arvores caídas pelo chão, dando seus primeiros sinais de outono. O tempo ia passando e meus pensamentos ficavam contínuos naquelas folhas secas espalhadas pelo chão. O que me fez refletir, que aquela fase da árvore era semelhante às fases da minha vida. Eu sempre era "cortada", e às vezes estatelada pelo chão, como aquelas folhas secas. Mas conforme minha vida passava, minhas preces eram ouvidas, eu me levantava. Como se gotas de chuva e raios se Sol estivessem me reerguendo, como à troca de folhas daquela árvore. Notei que como ela, eu poderia dar frutos, que o que eu semeava era o que eu colheria de mim mesma no futuro. Atitudes, provas concretas de que na vida tudo passa, e de caule eu me transformei e ainda me transformo em galhos com folhas novas e frutos. E bem nos traços de outono, aquela época da vida que eu estava me adaptando, já vinha a me preocupar com o que eu faria no inverno, se ventos frios, e águas gélidas me atingiriam, me inundariam, e uma força constante me daria uma pancada: Me fazendo acordar pros meus planos e meus ideais; Me fazendo perceber que o tempo passado não volta, jamais. E aquelas folhas secas que um dia deixei pra trás, não retornarão a mim. Os momentos não voltam, as pessoas também não. E no final daquela noite, o que pude concluir depois que fechei as janelas é que nós não podemos mudar as estações, são elas que mudam a gente: machucam, maltratam, nos faz crescente. E viver, pra ver que nós devemos nos adaptar a tudo, como aquela arvore do outro lado da rua."