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Frase de Paulo Brachtvogel

No alto da árvore, famílias de araras faziam alvoroço, macacos saltitavam felizes, lebres corriam por entre os arbustos, O sapo Cururu coaxava na beira do rio... O boto-cor-de-rosa ouvia sobre suas lendas sem dar um pio... de longe quem espiava era o jacaré-açu... Na margem do rio a Sucuri se debatia entediada... a Preguiça levanta os olhos para uma leve espiada... A capivara se banhava maravilhada... A onça saia para sua caçada... Pausa para um breve silêncio, ele está no altar, o Uirapuru a cantar...o canto da despedida De onde vem o fogo que devasta a alma? Desta vez não era um jogo, era sério Não há resposta dentro da pequeneza A noite cobriu o sol Que outrora admirava de longe tanta beleza Agora coberto de luto Por um vale de ossos secos Pela floresta que não produzirá mais nenhum fruto...

Paulo Brachtvogel

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Pensador.com

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Quanto vale a vida? Para a Vale, nada vale... Quanto vale a natureza preservada? Para a Vale, nada vale... O Brasil agoniza mais uma vez em meio ao lamaçal, de mais um CRIME ambiental... Mas para a Vale, nada vale... Prometeram “flexibilizar as leis ambientais”, pois o “empresário não suporta mais”... O que vale a vida? Para alguns e para a Vale, nada vale...

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Meus olhos marejados, claros ofuscados... Ela com sorriso tentador, no semblante leva esperança, de quem muito ainda tem para construir... Amor, paz, prosperidade, amizade são transmitidos de forma serena... Ah, teu olhar doce, castanho, lábios perfeitos... de toque suave, transpira intensidade... cabelos macios, cheiro de desejo e pecado... Como não querer? Como esquecer? Ele bebe mais um gole do seu vinho e olha novamente para o alto, admira as estrelas e a lua deslumbrante e volta a sonhar...