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Frase de Tiago Amaral

Céu Estrelados Atravessava-se o universo como vespas luminosas e se contorciam entre linhas abstratas e igualmente luminosas. E eu abaixo das montanhas a admirar todo aquele resplendor celeste. Que só não era mais bonito que os olhos dela. Então me lembrei da tua inesquecível e sublime existência. Minha amada musa Carol, Carolina. E no amor por ela me movo e no amor por ela escrevo todo meu amor e desejo. Pela rosa que se faz ser a mais sublime e formosa. Em cada pétala dessa flor só restava-me a suspirar de amor. E o sentimento de amor se fortalecia aquecendo-se no interior de minha alma e eu simplesmente esquecia das estrelas ao ver nelas o brilho dos olhos dela. E de novo e como sempre os sentimentos se fortaleciam como uma corrente de aço atravessando o espaço, revestida do fogo flamejante da minha, Kundalini. Um fogo sublime e intenso que por tua pura alma e pelo teu doce corpo eu sentia, num fogo eterno, eternamente eterno. E me via a mergulhar em um lago luminoso e quente da minha própria alma. Era então eternamente bom lembra-la. As montanhas me cercavam e as estrelas testemunhavam juntas com a lua a me iluminar, todo o meu amor que por minha musa retenho no fundo do meu coração selvagem, nas profundezas da minha alma solitária. No coração desse leão das montanhas um amor místico guardo.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.