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Frase de Patrícia Renata

A importância de um sorriso Alguém já ouviu falar que sorrir é proibido? Crenças, religião, música, cultura, geografia, filosofia, num bar, numa determinada região, em cima do telhado, diante de um juiz, dentro de um avião, na favela, numa colônia de protozoários, amebas ou fungos, num Palácio, no presídio, na chuva, na rua ou na fazenda? Sei lá. Alguém? Alguém? Até mesmo em uma celebração fúnebre, existem leis, códigos de ética, estatutos, ou uma portaria lhe impedindo de sorrir? Saiu em um edital? Sorria carapanã, mesmo que um sorriso nervoso ou sem graça. É sem graça, mas passa! Sorria por fora, mesmo todo dolorido por dentro! "Esteja atento à Força viva, meu jovem Padawan”. A dor alivia bem e depois passa! Conheço sorrisos falsos, vulgares, criminosos. Esses são amargura pura. Pula! Eu gosto mesmo é do sorriso incipiente dos nenenzinhos. Sorriso grande de uma criança. O sorriso da ingenuidade de um adolescente. O sorrisão meio estranho da Sandra Bullock no filme de Miss...sensacional! Não importa se fez clareamento, se tem dente torto ou não. Só não vale deixar crescer um pé de alface, aí não há sorriso que ajude! Mas um sorriso me chama muito a atenção; Aquele que nasce do inesperado, do acaso. É o sorriso sincero, de coração. Vem de estímulos que causam um verdadeiro prazer. Aqui, os olhos sorriem também! Esse sorriso, hummm, não sei se todo mundo sabe dar não. Sabe o porquê? Eu sei. Porque ele é único, singular. E sai do SEU coração! Não sabe como ajudar? SEU SORRISO JÁ É UM BOM COMEÇO! Patricia Renata

Patrícia Renata

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Pensador.com

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As pessoas só possuem preconceito perante o amor dos outros, porque não sabem realmente o verdadeiro sentido da palavra AMAR!
“Maria Pinguinha” Sorriso grandão. De amor maior.
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“Maria Pinguinha” Sorriso grandão. De amor maior. Assim, enxergava a garotinha. Braço que virara barra de ferro, Onde os meninos penduravam. Na madrugada limpava a piscina. Sempre rodeado pelos sapos, que coaxavam. No frio e sem camisa, Mostrava seu barrigão. Se ela demonstrasse tristeza, Ouvia: “olhos de jabuticaba, toma aqui meu coração”. Frente à sua casa, Vendia materiais de construção. Infelizmente, aqui não mora mais. Pois, Papai do Céu precisava de um anjo da alegria. É que agora bateu uma saudade do “Ozilão Pingão”. Seu tio, que carinhosamente a chamava de “Maria Pinguinha”.

CATAPORA Uma bolha aqui. Outra acolá. Coça daqui. Coça de lá.
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CATAPORA Uma bolha aqui. Outra acolá. Coça daqui. Coça de lá. Cuidado. Cuidado. Não pode coçar. Passa talquinho, pomada também. Tem até banho em água roxa meu neném! Sabe de quem estou a falar? Catapora. Mal-estar. Que irrita. Dá febre. Faz chorar. Calma. Calma. Paciência e carinho. Calma. Calma. Abraço e beijinho. Vai passar, vai passar. Entendeu amiguinho, quem veio lhe visitar? C A TA PO RA! Cata a amora? A amora do pé? Amora, amor. A esposa do Tio Zé? Amores, amoras. Catapora não sei o que é. Amoras eu sei. São as amigas de uma bela mulher. Que irradia o amor e trabalha até! Então peça pra ela irradiar. Na mamãe, no papai, em quem for lhe cuidar. Pois só o amor poderá curar As feridas que a catapora dá. E se por acaso uma manchinha ficar, pertinho do coração, quando ela secar. Curo a ferida. A mancha não posso arrancar. Então que ela sirva para te lembrar, nas dúvidas. Na vida, ao caminhar. Que sozinho nunca estará. Será o meu amor sempre a lhe acompanhar! Patrícia Renata

A vida que falará agora. É que eu não falo de tempo perdido. Eu falo da gratidão por ter tido tempo.
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A vida que falará agora. É que eu não falo de tempo perdido. Eu falo da gratidão por ter tido tempo. É que eu não falo da amargura da dor. Eu falo da cura pela superação. É que eu não falo de partir sem medo. Eu falo da fé que não deixa o comodismo me consumir. É que eu não falo da beleza do sorriso. Eu falo do olhar sincero. É que eu não falo do desamparo do mundo. Eu falo da força que me ampara. É que eu não falo da ambição de muitos. Eu falo dos poucos com generosidade. É que eu não falo do concreto dos palácios. Eu falo dos palhaços no jardim. É que eu não falo de contrato assinado. Eu falo de assinatura sem sentido. É que eu não falo de humilhação pelo erro. Eu falo da coragem pelo acerto. É que eu não falo de números que sobram. Eu falo de sentimentos que faltam. É que eu não falo de desespero na despedida. Eu falo de sabedoria no encontro. É que eu não falo mais nada. É a vida que falará agora. Patrícia Renata