Frase de Pensamentos de Bruno Sousa
Entender que a morte inicia-se quando termina a vida mas que a vida não se inicia quando termina a morte é ser humano.
No pensador.ai desde
Entender que a morte inicia-se quando termina a vida mas que a vida não se inicia quando termina a morte é ser humano.
No pensador.ai desde
Poema: Chama Caminhos são luzes tuas Mas tu os iluminas!
Poema: Chama Caminhos são luzes tuas Mas tu os iluminas! Os campos são teus cobertores Mas tu os aqueces! Arde foto eterno, Que tua chama seja infinita! Iluminando teu inferno, Queima criador que o diabo imita!
A humanidade funciona como uma floresta que esteve sob fogo e ardeu com tudo, surgindo depois o mundo atual. As pessoas são as folhas das árvores. As folhas queimadas, ou seja quase todas, são as pessoas gananciosas e falsas. Por mais que haja ainda algumas folhas verdes e saudáv…
A humanidade funciona como uma floresta que esteve sob fogo e ardeu com tudo, surgindo depois o mundo atual. As pessoas são as folhas das árvores. As folhas queimadas, ou seja quase todas, são as pessoas gananciosas e falsas. Por mais que haja ainda algumas folhas verdes e saudáveis em que vivam no mundo com paz e cumprindo a sua função, infelizmente, o mundo em que vivemos governa-se pela vontade maioritária.
Perder alguém especial é como se naquele momento essa pessoa representasse o mundo para nós. A razão da nossa existência. De repente deixamos de sentir o tempo passar, deixamos de reparar no anoitecer ou no amanhecer, e dormir já não faz sentido, é como se viver fosse só num dia.…
Perder alguém especial é como se naquele momento essa pessoa representasse o mundo para nós. A razão da nossa existência. De repente deixamos de sentir o tempo passar, deixamos de reparar no anoitecer ou no amanhecer, e dormir já não faz sentido, é como se viver fosse só num dia. Nem a meteorologia nos representa algo. A chuva, o vento, sol, calor, frio, trovoada, etc. Nada significa. Apenas é um fundo vazio que em nada preenche a nossa alma magoada. Parece que os nossos olhos, abertos ou fechados, apenas vêm momentos dessa pessoa e nada mais à sua frente. Queremos tentar não chorar, mas parece que há um impulso dentro de nós que tenta sair por encher o nosso vazio de sofrimento. Após o choro sentimos um certo vazio, frio na barriga e, ao mesmo tempo, um incômodo na garganta e na cabeça, como uma dor. Apercebemo-nos de que daqui por diante nada seremos sem aquela pessoa e longos tempos infinitos se aproximam para acompanhar este nosso sofrimento solitário.
Sei que fui, depois de ser quem era antes de ser, quem serei depois de ser quem fui antes de ser quem sou. Mas será que sei que sou, ou quem sou? Como, se nem sei se sou? Só saberei se sou quando «ser» for sabido que é.