Frase de Luis Barreira
Ode de despedida As árvores da minha terra já não morrem em pé… morrem nas manhãs frias de nevoeiro, morrem numa paleta policroma desbotada, morrem num tempo esculpido por uma soturna melancolia, morrem no ocaso da memória continuamente vivida, morrem na toponímia de um corpo consumido, morrem morrem as minhas raízes silenciadas dentro de mim.
No pensador.ai desde