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Frase de Mairton Damasceno

eu fui saudade o sal no rosto, a dor solitária, a angústia que ecoava no peito. Mas já não habito esse corpo ferido. Hoje estou livre. Desço ao mar para sentir o sereno no rosto, o toque das folhas, a brisa que me atravessa. Estou vivo.

Mairton Damasceno

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Dou murro em ponta de faca quando o desejo não vem. É o gesto de quem enfrenta o mundo
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Dou murro em ponta de faca quando o desejo não vem. É o gesto de quem enfrenta o mundo para não enfrentar a si mesmo. O impossível me provoca: pedra quer ser lenha, o silêncio quer ser presença, e o coração exige o que o tempo nega. A festa é só aparência, o som não preenche a ausência. Sem o outro, tudo desanda, porque a falta revela o que a alegria escondia. Dou murro em ponta de faca não por bravura, mas porque amar é insistir mesmo sabendo que a dor responde primeiro.