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Frase de Paulo Boechat

O mar visto cá com meus parcos cabelos brancos ! E ele olhava o mar de tal forma a acariciar as águas do pensamento. Buscando as lembranças que em seu envelhecer, poderiam estar distantes ou talvez ali ao lado... mas uma coisa é certa, sentado naquele banco verde chapiscado descascado, olhando o mar à distância, transbordava mansuetude ao contemplar, talvez, alegrias que apenas cada um de nós guardamos em nosso mundo interior.

Paulo Boechat

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Lá vai o menino franzino, de pés descalços, tez suarenta, aos pingos... Correndo na estrada de saibro. Levantando ligeira poeira tropeça aqui e acolá, sorrindo com sua pipa ponteira a elevar-se no céu viril de uma tarde de verão... Sou aquele por quem um dia o vento passou de fin…
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Lá vai o menino franzino, de pés descalços, tez suarenta, aos pingos... Correndo na estrada de saibro. Levantando ligeira poeira tropeça aqui e acolá, sorrindo com sua pipa ponteira a elevar-se no céu viril de uma tarde de verão... Sou aquele por quem um dia o vento passou de fininho e assobiou ao pé do ouvido: __ Acorda menino!