Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
SONETO ANÔNIMO Solidão, vivo tão só, numa bruteza Onde o meu fado escoa em pranto Longe do entusiasmo e do encanto Numa prosa transvazando tristeza Tão oca a poesia, cheia de incerteza Num revés ensurdecedor, portanto O sussurro da dor, dói tanto e tanto Que o sentir ferido me faz ter viveza Ando estonteado, perdido na ilusão Calado, as noites de alvoroço ativado E ausentes de sensação e de emoção E me perco no gadanho do passado Que esgatanha a afável recordação Que arfa o falto, daqui do cerrado... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 23/12/2020, 21’38” – Triângulo Mineiro
Luciano Spagnol (poeta do cerrado)
No pensador.ai desde