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Frase de Claudine Bernardes

Dorme, meu coração, porque enquanto sonhas velarei por ti. Estás tão sereno que ninguém diria que acordado tu és meu tsunami e minha alegria. Segues crescendo, meu amor, mas enquanto eu seja a tua “mamá querida” te guardarei nos meus braços e te encherei de carinhos. Já virá o dia em que terás vergonha de fazer-me mostras de afeto em público. Mas ainda assim, te olharei nos olhos e ali, escondido dentro de ti, verei todo o amor que tens por mim. Descansa entre sonhos, minha vida, e perdoa-me por todos os erros que cometi pelo caminho. Eu sei que foram muitos! No entanto, se há algo que possa dizer em minha defesa, é que me equivoquei, não por amar pouco, sim por amar intensamente e desejar que fosses o melhor de mim. Ah, “mi niño”! Não entendo como pudeste transformar toda minha vida em tão pouco tempo. Me mostras-te que me falta paciência, me sobra intolerância e ainda assim me amas. Sigo aprendendo, “cariño”, porque contigo estou no caminho… espero caminhar ao teu lado durante muitos anos. Dorme, meu coração.

Claudine Bernardes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Quando entrarmos em caminhos pedregosos, lembremos que as pedras que não podem ser removidas ou desviadas, poderão ser escaladas, porque Deus nos criou com mãos e pernas para escalar.
Meu filho é um oceano, onde às vezes sinto que me afogo por não saber nadar. É tão belo em seu azul infinito, porém no mesmo lugar onde reina beleza e calma também há tempestade e perigosos monstros marinhos. Às vezes observo meu reflexo nas suas águas e vejo que o monstro sou eu…
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Meu filho é um oceano, onde às vezes sinto que me afogo por não saber nadar. É tão belo em seu azul infinito, porém no mesmo lugar onde reina beleza e calma também há tempestade e perigosos monstros marinhos. Às vezes observo meu reflexo nas suas águas e vejo que o monstro sou eu.

Não me omitirei Serei o martelo que golpeia a tua consciência Te perseguirei pelas ruas e gritarei teu crime,
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Não me omitirei Serei o martelo que golpeia a tua consciência Te perseguirei pelas ruas e gritarei teu crime, Te incomodarei de mil maneiras, não te darei paz. Quanto te olhes no espelho, serei o teu reflexo, te apontarei o dedo e te chamarei covarde, covarde por viver só para ti, covarde por não agir, por pensar que o pouco que faria não seria nada; quando o teu “nada” poderia ser o tudo para alguém. Publicarei nos jornais tua cruel omissão, porque tuas palavras vazias e teu olhar de pena, não alimentam a fome dos flagelados do mundo. Te caçarei no cinema, nas lojas, na academia, em todos os lugares onde alimentas a tua futilidade. Te farei lembrar da mão estendida, do prato vazio, das noites escuras de outros, que dormem sem teto, que já não têm mais lágrimas para derramar.