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Frase de MenCar

⁠Um dia me perguntaram por que meus poemas não falavam de amor E eu friamente disse que esse tema eu não conhecia Meu peito cheio de ilusão me inspirava E com muito remorso eu escrevia E quando eu encontrei o seu amor Meu coração demorou a entender A real felicidade por trás de amar alguém E esse alguém corresponder Então você chegou de mansinho Tão calmo, gracioso e paciente E eu fugi discretamente Assim, sem desculpa, meio termo ou explicação Mas a terra deu sua volta completa E o destino nos colocou frente a frente novamente E quando eu te vi não sabia Com que sentimento me aguardaria E com o passar das horas me vi querendo Reparar o erro cometido Te olhei indiscretamente e aceitei que te queria comigo Aquele beijo me tirou do eixo E eu não sabia sequer disfarçar A vontade que tomou meu peito De ao seu lado ficar …E permanecer… Desse dia em diante eu tive a certeza Que o tempo coloca as coisas no lugar Que poderiam passar mil anos, mas no momento certo eu iria te amar. E te amo Te quero E espero Espero que enquanto houver vida Que não me falte oportunidades para escrever Sobre essa mágica sensação De estar amando você Que os segundos se tornem dias, meses, anos e infinitos Para que tenhamos tempo suficiente Pra viver esse amor tão bonito. Te amo hoje e sempre, Renato Leitão Cardoso.

MenCar

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Pensador.com

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É sobre isso Sobre aceitar que o amor é inconstante E que não há fórmula pronta pra amar
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É sobre isso Sobre aceitar que o amor é inconstante E que não há fórmula pronta pra amar Que de vez em quando se quebra a cara Pra relação poder consertar ⁠

Eu me permiti acreditar que daremos certo novamente. Partindo de uma nova perspectiva, onde os relacionamentos, ainda que findados, preservam a sua beleza nos bons momentos, nas boas experiências, te dei uma chance de me fazer feliz mais uma vez. E é justamente por isso que est…
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Eu me permiti acreditar que daremos certo novamente. Partindo de uma nova perspectiva, onde os relacionamentos, ainda que findados, preservam a sua beleza nos bons momentos, nas boas experiências, te dei uma chance de me fazer feliz mais uma vez. E é justamente por isso que estou dando uma nova chance ao nosso velho amor. Um novo recomeço para uma velha história. Depois que a gente se afoga, fica com medo de colocar os pés na água. Requer tempo até que a gente se permita chegar à beira do rio, molhar os dedos e depois mergulhar. Mergulhar como se a lembrança do sufoco fosse apenas um devaneio, como se a falta de ar que corrói nosso peito fosse apenas uma fantasia. Com o tempo, a gente se entrega, mergulha e se afoga de novo. Com a gente não poderia ser diferente. Me afoguei nesse amor que me transbordou e hoje rondo a beira da praia, ansiando por reviver novamente a sensação de perigo que as paixões avassaladoras trazem. Como pessoa que carrega em si a intensidade de um tornado, tento passar pela borda sem molhar os pés, mas desejando ser tomada pela onda salgada do seu amor. O seu amor me causa isso: fervor, vigor, amor.

⁠Nessa queda de braço pra saber quem é mais forte Quem pisa mais Quem menos sofre
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⁠Nessa queda de braço pra saber quem é mais forte Quem pisa mais Quem menos sofre Eu vou me deteriorando Vou me perdendo Me matando Vou me permitindo sofrer Sofrer novamente Por quem não entende Que o meu amor Não vai sobreviver Que o amor não tem pilha Não tem bateria E não sabe se um dia Vai conseguir aguentar As suas patadas As suas “pisadas” A sua frieza Frieza de amar