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Frase de Rafha Dhemello.

QUE SAUDADE Que saudade da ourora Que saudade da minha amada Olhando para o céu, lembro de você, sozinho deitado na grama. Vejo um grande universo e o brilho das estrelas, uma constelação acima de mim. O vento batendo no rosto, um frio na alma. Uma saudade imensa um respirar profundo enchendo os pulmões de tristeza... Meu coração enche de lágrimas ao lembrar do beijo doce que você deixou na minha boca. Aquele gostinho me arrepia o corpo Que saudade da aurora Que saudade da minha amada Sinto seu abraço ainda em mim, olho para cima vejo o brilho das estrelas e você me vem na memória ... Fico pensando em ti e imaginado que em algum lugar você está olhando para mim, me abre um sorriso no rosto... Que saudade da ourora Que saudade da minha amada.

Rafha Dhemello.

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Lágrimas e Solidão Quando tudo for escuro Num labirinto inseguro
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Lágrimas e Solidão Quando tudo for escuro Num labirinto inseguro Quando a presença vira saudades Quando a tristeza for a verdade Quando as lágrimas e a solidão, tomarem conta do meu coração... Eu não irei viver Vou apenas existir Sem vontade para nada Nem se quer vou sorrir Vou apenas chorar Apenas chorar...

EU DE BRUÇOS NA JANELA Eu de bruços na janela Vendo o lindo luar
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EU DE BRUÇOS NA JANELA Eu de bruços na janela Vendo o lindo luar Sentindo o vento tocar o rosto Na aquele clima pensando nela Sentindo o cheiro da brisa do mar Noite calma e serena Tranquilo como um pensamento Tão suave como sua presença Mantendo vivo meus sentimentos Vaga lumes brbrilham na mata A lua refletindo o mar Me imaginando junto ao seu lado Com uma vontade louça de te beija O amor resplandeceu Bateu as asas e vôo Para encontrar o sonho meu Num lugar que você imaginou Eu de bruços na janela A luz da lua a luz de vela Apreciando o luar.

⁠ Mesmo que eu peça por socorro Ninguém vai me ouvir
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⁠ Mesmo que eu peça por socorro Ninguém vai me ouvir Estou preso no fundo do poço Com a dor acorrentando meu corpo Um grito preso querendo sair Uma escuridão profunda Uma corda no pescoço A dor muda a me ferir A tristeza ao meu redor A solidão me deixando um nó Um choro amargo ocupa meu coração... Gélido a lágrima que sai dos meus olhos E transforma em pedra a alma Me trazendo um fim...