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Frase de Kadu Costa

Quem sou "Eu" 2 de junho de 2014 às 22:46 Sou uma mistura de sons, credos e cores; um mundo de diversos sabores e delicias sensoriais. Sou meu próprio acorde “acorde”, afinado em diversos tons... Sinto-me, toco-me e desperto, aperto... Procurando pela música interna do meu pensamento. Meu corpo é composto de magia e misticismo; histórias divertidas em passados remotos. Átomo, matéria e luz... Vivo dentro de um universo vivo, narrando meu presente e futuro... Verbo infinito, um ser vislumbrado pela beleza simples das coisas e apaixonado pelo seu ninho. Partida e Chegada... Um abraço sem hora marcada... Sou a constante mudança, o barulho da revolução em sua mente, sou o encantamento trazido pelas forças do vento. Sigo cantando, observando e criando... Poeta de natureza, de origem pobre e ações transformadoras. “Eu” muitas vezes sou “nós” a ruptura e quebra da quarta parede pelos excluídos... eu sou você, sou nós... “Tudo” junto e misturado “simples” como receita de bolo. Cheiro da mãe e colo de pai... Amor e paz! Quem sou eu afinal? Olhe no fundo dos meus olhos e vai perceber onde “Eu” habito de verdade. Autoconhecimento kadu Costa

Kadu Costa

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Pensador.com

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O BOBO DA CORTE 5 de janeiro de 2013 às 11:52 Na intenção de fazer o Rei sorrir,
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O BOBO DA CORTE 5 de janeiro de 2013 às 11:52 Na intenção de fazer o Rei sorrir, O bobo da corte veio se apresentar... Com seus acordes dissonantes e seus gracejos disparates. Leva a rir a multidão. Intrigante e muitas vezes privilegiado, começa a olhar desconfiado... No salão principal fotos da criadagem e suas caras de fome! Envolto a tantas meias verdades lembrou-se o “Bobo”. Da tristeza que carregava em seu coração. E em uma luta desumana entre alegria e tristeza, Que travava seu coração... O clown começou a chorar diante da corte, Que logo percebia que sua maquiagem multicolorida escorria... A feiúra que divertia então o Rei cedeu espaço para uma deformação... Foi quando ouviu um grande grito que vinha debaixo da coroa real. _ Que insulto, um palhaço com rosto de gente que ao invés de nos divertir Chora pela fome de rostos desconhecidos! Morte é seu destino... O Bobo em seu último suspiro suplicou sem ao menos se preocupar com o rumo Que sua vida ia tomar. E aproveitando toda liberdade de ação, exclamou bem do fundo de seu coração uma das poesias mais belas, dizendo que era seu ato final. O Rei cruel, mas curioso e cordial... Deixou o Clown se expressar... Mal sabia que esse era seu erro! E no ato solene e polêmico recitou sua poesia dirigindo seu olhar ao Rei. O Rei dos Bobos Passou a estudar e a conhecer As fantasias, anedotas por vocação... Carregava algumas moedas que ganhava ao cantar. Era feliz, Pois nunca havia presenciado a tristeza no olhar. Seu defeito foi sentir emoção, E o suplicio no ventre A arte iria completá-lo, Mas ainda sim pareceu banal E sem forças pra continuar a recitar... Olhou para o céu e pasmou-se com tantas cores, Pediu em oração... Sob a proteção de sua companhia, O insolente que não podia chorar... Permitiu-se nascer para fazer rir, E antes mesmo que acabasse a cantoria. Faça-me o favor completo. Mande enforcá-lo um quarto de hora antes de me fazer mal. "Já perdi muito tempo com poesia". Kadu Costa

Espelho 4 de janeiro de 2013 às 14:12 Espelhos que refletem a velha imagem
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Espelho 4 de janeiro de 2013 às 14:12 Espelhos que refletem a velha imagem Sente o tempo em todas as linhas do seu rosto Quanto tempo mais? Para devorar o que ainda resta... Sinto que o tempo é curto. Porém não quero chorar! Estou feliz diante de você, não tenho medo nem tão pouco arrependimento. Quero apenas o silêncio neste instante, apenas uma pausa para reflexão. Posso? Minha vida toda diante dos meus olhos, como pude enxergar e mesmo assim não conseguir ver nada. E tudo está tão claro e limpo... Consciência, onde está consciência porque não te escuto mais... Estou tão leve quanto o ar, “consciência”. Talvez tudo isso possa ser um sonho, não me recordo de homens poderem voar? E meus amigos onde estão neste momento:_ Família, cachorro, casa... Onde estão todos? Por que não consigo vê-los? Aos poucos estou esquecendo tudo! Esquecendo, esquecendo, esquecendo... “Morrendo” E novamente nascendo... Kadu Costa

Canção pro Ar 12 de janeiro de 2013 às 23:57 Nuvem passageira
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Canção pro Ar 12 de janeiro de 2013 às 23:57 Nuvem passageira Alma perdida nos céus de redemoinhos, Tentando esconder o Sol que habita antes de ti... Vem com o vento forte de maus presságios Tolos, loucos e aflitos. Percebem suas tranças além dos sentidos. Faz declínio no infortúnio, Quando ouve seu chamado Nuvem passageira Segue em frente Imutável pensamento, Varrendo a poeira suja do ar... Kadu Costa

Olhos Negros 5 de abril de 2013 às 22:49 Quando os olhos do poeta não agüentar mais enxergar realidade
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Olhos Negros 5 de abril de 2013 às 22:49 Quando os olhos do poeta não agüentar mais enxergar realidade E ao ver velhos amigosvisionários fustigados pela dor... O poeta então reinventa a roda do brincar fazendo que ossonhos se misturem novamente as meias verdades... “Verdade”. Razão, emoção e imaginação brincando em uma eterna gangorra, A morte sutil das palavras e o pulsar do coração. Seu único desejo! Poder voar... O poeta cria asas com linha e algodão, tecendo os caminhos de uma vida errante... Ele gira a roda, gira a roda para refletir em silêncio. Pois, somente em seus olhos carrega o mundo e um cemitério daqueles que amou... Kadu Costa