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Frase de Samuel Eduardo Fortes

⁠Há quem tenha mais visibilidade do que outros, há quem tenha mais palanque do que outros,sabemos muito bem que os meios de comunicação são instrumentalizados por forças do capital para impor entendimentos sociais que lhe sejam vantajosos, assim sabemos muito bem como nós espectadores em prol de telespectadores, somos unanimemente considerados indolentes ,incompetentes e desonestos,por uma sociedade que se habituou a repetir de maneira acrítica,irresponsável e cretina, o jargão que é repetido por todos e com interesses óbvios de quem usa o poder que tem, capital que tem e para dar visibilidade a ideias que lhe sejam exclusivamente vantajosas. E é por isso, que não cabe a covardia, cabe a determinação para mostrar que tomar a parte pelo todo, servir-se de exceção para definir a regra, servir-se de particularidade para definir o todo,é condenar uma representação social inaceitável contra qual só temos a rebelar. Afinal de contas, se haverá um ou dois desatualizados, se haverá três ou quatro desonestos,se haverá cinco ou seis ociosos e desinteressados pela produção da verdade e pela didática, há uma imensa maioria de contrários a isso que pelo fato de fazerem o que sempre fizeram em nome de uma convivência justa e feliz,nunca mereceram o palanque dos critérios azedos e podres, que fazem da má notícia o único critério valioso de noticiabilidade . Por essas e por outras, é sempre possível levantar a mão,com lucidez, deixar claro que não somos todos iguais ,deixar claro que existe toda uma categoria cujo trabalho é fundamental para que a justiça seja feita em especial em uma sociedade sabidamente injusta em termos de distribuição de recursos materiais.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.