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Frase de R. G. Silva

É uma pergunta recorrente nos grupos de escritores que participo no Facebook essa sobre quando ou o que é preciso para que alguém possa dizer que é e chegar a intitular-se escritor/a. Tem gente que enlouquece de ciúme (para não dizer outra coisa) por ver outra pessoa intitular-se e proclamar-se escritora ou escritora de um gênero específico dentro da área da escrita... como contista, cronista, romancista, sendo que não se tornou ainda uma autora publicada. Mas eu defendo a ideia de que para intitular-se escritor ou escritor de um gênero específico, basta começar ou ter começado a escrever. A partir do momento que uma pessoa começa a escrever textos, pequenos ou grandes, e histórias para livros, ela já pode considerar-se uma escritora! Não é a divulgação de uma produção de texto para determinada quantidade de pessoas, nem uma outra pessoa, que vai dizer ou definir se uma pessoa é ou não uma escritora!

R. G. Silva

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Pensador.com

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Nós já dormíamos em paz na eternidade, não tínhamos nada, não éramos parte integrante da família de ninguém, não éramos pais, não éramos mães, nem filhos, nem maridos, nem esposas; éramos sozinhos, soltos e dispersos, e Ele nos despertou para a vida, nos fazendo nascer. Temos vid…
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Nós já dormíamos em paz na eternidade, não tínhamos nada, não éramos parte integrante da família de ninguém, não éramos pais, não éramos mães, nem filhos, nem maridos, nem esposas; éramos sozinhos, soltos e dispersos, e Ele nos despertou para a vida, nos fazendo nascer. Temos vida. E tornaremos a dormir em paz outra vez, sem levar nada, nem ninguém conosco, para os devidos aposentos, mas não mais será um sono eterno. Passado um tempo, seremos despertados de novo: Os salvos para a Vida Eterna, os perdidos para a morte eterna e aniquilação.