Frase de Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Eu nunca havia contado antes, Resolvi contar só agora, Que eu e Ariano no vai-e-volta, Sempre nos encontramos sempre No Sertão da poesia - abrindo uma janela imensa - E que juntos nada nos supera; e nem derruba a paixão intensa Pela a Literatura que nos veste de Lua. E dessas letras que fazem chover No Sertão e que criam doçuras Para cintilar Ainda mais as estrelas - galopando - Não desistimos de acender o candeeiro Para nos diluírmos na luz da Lua E na noite perigosa, ardente, poética e venturosa, Repletos da nossa paz [maviosa]. Nesse jogral no corpo étereo Que também é terra - no alvoroço Desse jogral cigano - sempre me vi: Cravejada por Ariano. Ariano prosa, poesia, verso Poema, e sobretudo, Ariano do alto dessa Paixão compadecida que por ele sou encantada Desde menina, e agora, florescida em Forma de mulher... O meu bem-te-quer não deixou de florir Em centelhas douradas pelo Sol de todos Os sertões mesmo pela vida magoados, e enganados. Os dias da minha vida sempre Foram e são por teus poemas emocionados; Nessas tuas letras aurivermelhas da cor Do teu coração - foram estes versos Inspirados.
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
No pensador.ai desde