Pular para o conteúdo

Frase de Danny Siqueira

Ela está confusa por ele, ele está confuso por ela. Ambos estão confusos. Perdidos em meio à paixão, um amor avassalador, daqueles que parecem proibidos. Ela clama por ele, ele clama por ela. O desejo de se tocarem, a intensidade dos olhares, a tensão quase palpável no ar, os corações acelerados. Os olhos se cruzam, e ela vacila. Seu olhar vagueia pelos lábios dele e, por um instante, imagina o gosto daquele beijo. Então, no desespero, ambos se afastam, como quem se segura para não ceder ao toque, Mas lembra? É um amor proibido. Darão um jeito? Dariam certo? São incertos. Mas, para ela, ele é uma certeza. E ele... ainda está confuso

Danny Siqueira

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Danny Siqueira

Talvez Me pego pensando em ti: em teus traços,
Continuar lendo

Talvez Me pego pensando em ti: em teus traços, teus trejeitos, o toque delicado das tuas mãos e o aconchego do teu abraço. Sei que não tenho chances contigo. Por um atraso do destino, vejo-te distante demais de mim. Ainda assim, queria que fosse real. Queria que me dissesses o que sentes, assim como, naquela noite qualquer, eu te entreguei meus sentimentos, ou pelo menos a parte deles que tive coragem de confessar. Tu não me queres longe, mas também não me permites chegar perto o bastante para que eu possa te sentir na mesma intensidade com que sinto você. Talvez o melhor seja correr léguas para longe de ti. E, ainda assim, como fugir? Nossos olhares foram intensos. Intensos demais para alguém que diz compreender caso eu decida partir. Mas... e quanto aos meus sentimentos? Juro que imaginei um futuro contigo. Nós dois rindo numa noite qualquer, na sala de estar, depois de uma ou duas taças de vinho. Um vinho suave, como imaginei que seríamos. Vinte. O nosso número. Engraçado... Nunca me importei com ele. E, se tu também não te importas, por que não damos uma chance a um talvez?

Entre o Toque e o Adeus Sentir você tão perto. Sentir o calor da sua pele.
Continuar lendo

Entre o Toque e o Adeus Sentir você tão perto. Sentir o calor da sua pele. Sentir o leve tremor das suas mãos. Sentir o desejo que transborda do teu olhar. Diz-me, como isso não pode ser paixão? Ou amor... quem sabe. Poderia ser uma cor, qualquer uma, desde que deixasse de ser esse mundo em branco e preto. Poderíamos criar um vermelho que existisse apenas para nós. Então você me beija, me toca, e, logo depois, diz que não posso ser sua. Se é assim, por que continua alimentando o que sabe que não pode florescer? Eu te amo para além do teu corpo. Mas você... Será que ama apenas o meu?

Eu escrevo porque não consigo falar. As palavras se recusam a sair da minha boca, então derramam-se no papel.
Continuar lendo

Eu escrevo porque não consigo falar. As palavras se recusam a sair da minha boca, então derramam-se no papel. Queria poder me desfazer em teus braços, encontrar neles um lugar onde o mundo parasse de pesar. Queria que cuidasses de mim, como o Pequeno Príncipe cuidou de sua rosa. Queria ser tua. E, mais do que isso, queria que escolhesses ser meu. Não por obrigação, mas por paixão. Há quem me corteje. Há quem tente conquistar meu olhar. Mas de que me serve qualquer cortejo, se o único que desejo é o teu? Se não tens intenção de permanecer, tem a delicadeza de partir dos meus pensamentos. Não é justo. Toda vez que fecho os olhos, és tu quem encontro. Vejo tua postura ereta, teus dedos ligeiros dançando sobre o teclado. Revivo o nosso abraço, o calor do teu corpo envolvendo o meu. Vejo teus olhos por trás das lentes redondas, e descubro, mais uma vez, que teus óculos parecem ter sido feitos para o contorno do teu rosto. Então meu olhar encontra teus lábios. E, nesse instante, o mundo deixa de existir.

Xícara de Café Sinto-me solitária, como uma xícara de café
Continuar lendo

Xícara de Café Sinto-me solitária, como uma xícara de café esquecida num canto qualquer de uma mesa bagunçada, cercada por papéis importantes. Parece que tudo ao redor merece mais atenção do que eu. Escrevo porque dói. Não é uma dor do corpo. É uma dor que atravessa a alma, que se instala na mente e encontra abrigo no peito. Dói tanto que as palavras se tornam pequenas demais para explicar o que sinto. Talvez seja por isso que eu recorra à fumaça. Não porque eu goste dela, mas porque sua breve brisa anestesia aquilo que já não consigo suportar. Não sou alguém forte o bastante para fingir que está tudo bem. Sou apenas alguém frágil. Tão frágil que evita até cruzar o olhar da própria mãe, com medo de encontrar, nos olhos dela, uma decepção que talvez exista apenas dentro de mim. E isso dói. Dói de um jeito que minhas mãos quase desistem antes mesmo de terminar este poema. Estou com o coração ferido. E, enquanto tento sobreviver, sou julgada por não saber como deixar de doer.