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Frase de Jhonas Araujo Passos

um relato de quem busca o sentido da vida Eu me sinto perdido, confuso, angustiado. Eu não sei quem eu sou, o que eu quero, para onde eu vou. Eu tenho medo de mudar, de crescer, de me arriscar. Eu tenho medo de decepcionar os meus pais, os meus professores, os meus amigos. Eu tenho medo de me expor, de me expressar, de me mostrar. Eu tenho medo do que os outros pensam de mim, do que eles esperam de mim, do que eles cobram de mim. Eu vivo no modo automático, fazendo o que me mandam, o que me ensinam, o que me impõem. Eu não tenho voz, nem vez, nem escolha. Eu não tenho sonhos, nem planos, nem metas. Eu não tenho vontade, nem motivação, nem alegria. Eu só tenho obrigações, responsabilidades, pressões. Eu me sinto sozinho, isolado, incompreendido. Eu não tenho com quem conversar, com quem desabafar, com quem contar. Eu não tenho apoio, nem carinho, nem afeto. Eu não tenho amigos, nem namorada, nem diversão. Eu só tenho problemas, conflitos, frustrações. Eu me sinto triste, deprimido, desesperado. Eu não vejo sentido, nem propósito, nem esperança. Eu não vejo saída, nem solução, nem alternativa. Eu não vejo luz, nem cor, nem beleza. Eu só vejo escuridão, cinza, feiura. Eu preciso de ajuda, de orientação, de terapia. Eu preciso de alguém que me escute, que me entenda, que me acolha. Eu preciso de alguém que me ajude, que me guie, que me ensine. Eu preciso de alguém que me ame, que me valorize, que me incentive. Eu quero mudar, crescer, evoluir. Eu quero descobrir quem eu sou, o que eu quero, para onde eu vou. Eu quero enfrentar os meus medos, os meus desafios, as minhas mudanças. Eu quero superar as minhas dificuldades, as minhas limitações, as minhas inseguranças. Eu quero viver, não apenas sobreviver. Eu quero ser feliz, não apenas existir. Eu quero não apenas ter que cumprir ordens, eu quero realmente viver.

Jhonas Araujo Passos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Jhonas Araujo Passos

⁠Adeus,mãe Mãe, eu preciso te falar Do que sinto no meu peito
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⁠Adeus,mãe Mãe, eu preciso te falar Do que sinto no meu peito Uma dor que não tem jeito De aliviar ou curar Mãe, eu sei que você me ama E que quer me ver feliz Mas eu não consigo ser O que você sempre quis Mãe, eu não me encaixo nesse mundo Não me sinto parte dele Sinto-me sozinho e perdido Sem rumo e sem ninguém Mãe, eu não tenho amigos Nem amor, nem esperança Só tenho tristeza e angústia Que me acompanham desde criança Mãe, eu não quero te magoar Nem te causar mais sofrimento Mas eu não vejo mais sentido Em viver esse tormento Mãe, eu te peço perdão Por não ser o que você sonhou Por não ter a força que você tem Por não aguentar mais a dor Mãe, eu te amo muito E por isso eu te digo adeus Espero que um dia você entenda Que eu fiz isso por nós dois

⁠Um adolescente vivendo no automático. Viver no automático é como estar em um veículo sem condutor, seguindo uma rota pré-determinada, sem saber para onde se dirige ou por qual motivo. É como estar em um sonho, sem consciência, sem emoção, sem vontade. É como estar morto, mas ai…
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⁠Um adolescente vivendo no automático. Viver no automático é como estar em um veículo sem condutor, seguindo uma rota pré-determinada, sem saber para onde se dirige ou por qual motivo. É como estar em um sonho, sem consciência, sem emoção, sem vontade. É como estar morto, mas ainda respirando. Eu sei disso porque eu vivo no automático há muito tempo. Desde que eu era criança, eu sempre fiz o que me ordenava, sem questionar, sem protestar, sem escolher. Eu estudei o que me instruíram, trabalhei no que me propuseram. Eu nunca tive um sonho, um objetivo, um propósito. Eu nunca tive uma paixão, um amor, uma alegria. Eu nunca tive uma vida. Eu não sei como eu cheguei a esse ponto. Talvez eu tenha sido influenciado pela sociedade, pela família, pelos amigos. Talvez eu tenha sido vítima de um sistema, de uma cultura, de uma ideologia. Talvez eu tenha sido covarde, conformista, medroso. Talvez eu tenha sido tudo isso e mais. Mas eu sei que eu não quero continuar assim. Eu sei que eu preciso mudar. Eu sei que eu preciso realmente viver de verdade e não só existir. Por isso, eu escrevo este texto como um desabafo, como um grito, como um apelo que faço a mim mesmo. Eu escrevo para me expressar, para me libertar, para me encontrar. Eu escrevo para me dar uma oportunidade de mudar. Viver no automático não é viver. É apenas existir. E eu não quero mais existir. Eu quero viver. Mas falar é fácil o difícil é eu criar coragem para tentar fazer essa mudança. O medo da mudança é algo assustador, só que isso é assunto para outro desabafo. Fiquem com Deus e cuidem da sua saúde mental.

A lâmina que rabisca Não é a caneta que rabisca Mas a lâmina que corta
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A lâmina que rabisca Não é a caneta que rabisca Mas a lâmina que corta Não é a tinta que transmite Mas o sangue que escorre Fraco e torto é o traço Que marca a sua pele Alegria e tristeza são as cores Que revelam as suas emoções Poucos são os que riscam Com vontade e paixão Muitos são os que sofrem Com dor e solidão Não é um poema que escrevo Mas um grito que solto Não é a caneta que uso Mas o gilete que escondo Mas o que você busca Com esse ato de dor? Será que você não vê Que há mais vida do que rancor? Não se deixe levar Pela escuridão que te cerca Há sempre uma luz Que te espera e te acolhe Não é a morte que te salva Mas a vida que te cura Não é o gilete que te liberta Mas o amor que te abraça

⁠O anjo que me abandonou Meu amor por você Era como o sol que brilhava
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⁠O anjo que me abandonou Meu amor por você Era como o sol que brilhava Iluminando o meu caminho E aquecendo o meu coração Você era a razão da minha vida A inspiração dos meus versos A melodia da minha canção E o sonho dos meus olhos Queria estar sempre ao seu lado Sentir o seu abraço Beijar os seus lábios E dizer que te amo Você era a minha alma gêmea A minha companheira A minha confidente E a minha amante Você me fazia feliz Me completava Me encantava E me fascinava Mas você se foi Sem dizer adeus Levando consigo A minha alegria Você foi a flor mais bela Do meu jardim de estrelas Você foi a luz mais pura Da minha noite escura Você foi o ar que eu respirei O fogo que eu suspirei O céu que eu contemplei E o mar que eu mergulhei Você foi o meu tesouro O meu bem mais precioso O meu anjo protetor E o meu eterno amor Agora eu estou sozinho Sem rumo neste mundo Sem destino nesse labirinto Sem você para cantar este Hino