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Frase de Samuel Eduardo Fortes

A um passo de vários passos de, O Passo, dos Dia dos Namorados 12\06 ⁠Aquilo que é estrangeiro tem sempre uma aparência aristocrática para nós e é próprio das democracias, preferir na arte os valores imperfeitos aos genuínos, que são aristocráticos e anti-utilitários.Veja como a burguesia se diverte por baixo da cortina cinzenta e ofuscada pelos brilhos cintilantes da hegemonia em fila para filar em um filão e adentrar de passo em passo no Passo, o divertimento em detrimento do quinto. O Passo, bem no coração da cidade, à soma dos valores inatos e dos veículos locomotivos de congênitos,de perfil imponentes inerentes, diz dos seus proprietários impotentes. Imagino um dia uma mão certeira passar nessa rua que tem nome de Santo mas que por dentro é o oco da Corrupção e ao som da Internacional com o 🔨 golpes certeiros acertar as contas na destruição do supérfluo e dar viva á razão com o novo no lugar do velho. Marx não morreu. Viva a revolução Dialética, na luta dos contrários e a negação da negação.Enquanto a direita briga pelo mel na chupeta e a esquerda por uma chupeta, a aristocracia engorda à mingau, de colherada.A pobreza não é necessariamente vergonhosa. Há muito pobre sem vergonha.

Samuel Eduardo Fortes

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Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.