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Frase de Gabriele Fernandes

" Acabo de olhar o meu celular, e adivinha? Uma mensagem dele. Um ex casinho que eu tive há algum tempo, e que faz dois dias que anda desesperado me ligando e mandando sms no meu celular, me pedindo para voltar, dizendo que está com saudades dos tempos em que ficamos juntos... Tempos bons, confesso, mas que não voltam mais. Eu poderia decidir voltar com ele, afinal, ele sim, sabe como me fazer feliz, e pouparia todos os meus dias tentando encontrar aquele alguém especial, buscando encontrá-lo em meio a tantas outras pessoas. "

Gabriele Fernandes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Gabriele Fernandes

" E eu estou só cansada de mendigar algum sentimento que seja de alguém, quando ninguém pode me dar nem metade daquilo que eu necessito... "
" Quando eu era pequena, eu sonhava que um dia o meu príncipe encantado viria me buscar e tudo seria mais feliz. Eu construiria uma família ao seu lado e viveríamos felizes para sempre. O céu, de repente, ficaria azul, e nunca mais seria o céu cinzento ao qual eu estava acostumad…
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" Quando eu era pequena, eu sonhava que um dia o meu príncipe encantado viria me buscar e tudo seria mais feliz. Eu construiria uma família ao seu lado e viveríamos felizes para sempre. O céu, de repente, ficaria azul, e nunca mais seria o céu cinzento ao qual eu estava acostumada. As pessoas sorririam para nós e eu me sentiria, pela primeira vez, amada de verdade. Tudo seria colorido. Quiçá, até repleto de arco-íris. O sol, radiante lá no céu, nos encheria de luz e uma sensação de paz, conforto e felicidade brotarião em nossos corações. Mas aí o tempo passou, eu mudei e tudo mudou. A criança que eu era, cheia de sonhos e fantasias, já não existia mais. Depois de tantas decepções, lágrimas, corações despedaçados, eu não era mais a mesma. Uma alma intacta, pura e inocente, fora cruelmente vilipendiada, tomada de seus sonhos, dando lugar a esse ser vazio, oco e sem esperanças. Pude enxergar o mundo com os meus olhos de adulta. Aqueles olhinhos pequenos e arregalados de criança curiosa a tudo, não podiam imaginar a extremidade das coisas que eu poderia ver um dia, ou seja, as obscuridades desse mundo insano. Aqueles olhos acreditavam no que os filmes e os livros infantis diziam. Aqueles olhos sorriam e tinham esperanças, mas os meus olhos foram ficando duros, com o passar dos anos, ocasionalmente por terem enxergado a realidade como realmente ela é. Deixando-me cética a tudo e a todos. Achando o mundo um tremendo saco de viver... "