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Frase de Marcio Barros

Quando você está longe Meu coração branqueia Não em paz pela sua distância Mas em agonia pela tua ausência Tudo em meu corpo feneceu Onde antes suas raízes estavam E brotava a vida De nosso amor conexo Fico com pedra sem viver Sem tempo ou tudo Esperando em meu mundo Sua volta esperada Quando retorna em destino Fica ao meu lado Meu coração vermelha E pulsa com vida e amor Não parta mais Fica em mim ... Deixa ruge meu peito E feliz minha alma

Marcio Barros

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Abandonado no dia dos namorados Parece filme de terror Abandonado no dia dos namorados
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Abandonado no dia dos namorados Parece filme de terror Abandonado no dia dos namorados Por que ela me deixou ? E agora meio embriagado Acho que entendi o recado ...

Sinto tanta saudade antes da despedida E tanto ciúme na sua ausência Mesmo com seu cheiro em todo meu corpo e sua imagem dentro da minha cabeça
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Sinto tanta saudade antes da despedida E tanto ciúme na sua ausência Mesmo com seu cheiro em todo meu corpo e sua imagem dentro da minha cabeça Morre na cadência, meu coração que bate ritmamente esperanto pelo seu retorno. Bebo uma taça de vinho esperando o seu chegar Mas em cada gole o tempo parece parar Todos os afazeres do dia perdem o sentido Por que deixou o seu não estar me deixar tão sozinho De repente, você chega e tudo passa ... Nada mais importa Nossas vontades de pedem Nos abraçamos com força E tudo faz sentido

o sono não veio como de costume talvez por que deixei a porta aberta ou por que estava cansado demais para o regalo quem sabe ...
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o sono não veio como de costume talvez por que deixei a porta aberta ou por que estava cansado demais para o regalo quem sabe ... com lesividade os ponteiros mudandam de posição e esse silêncio noturno me incomoda já não há pessoas na rua algumas nuvens no céu a brasa do cigarro parece um sol solitariamente, um gato busca no lixo um motivo todos reviram lixo. uns na rua outros na cabeça ... tenho tantos pensamentos dos outros em mim que nem lembro quem sou também não faz diferença queria tanto um veneno diferente uma dose lunar ou um solidário sol na noite ... acho que já falei de sol... falei, entretanto o cigarro apagou estou sem fósforos acendo outro na minha cabeça antes tivesse fogo no coração não tenho mais ... choveu muito no meu peito o gato foi embora ... eu fiquei podia chover lá fora em vez de veraniar nesse outono estou com fome nesse mundo sem repasto caia bem alguma poesia e um cobertor paúra demais saúde de menos talvez uns passos ou um banco na Praça espero que a cama me receba como amante pois os olhos estão pesados de tanto pensar esperto foi gato que deixou seu lixo na rua o lixo da minha cabeça eu continuo a levar

Ando nesta noite sem lua numa cidade sem muros sem casas ou pessoas há grutas, há deuses e um pouco de silêncio
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Ando nesta noite sem lua numa cidade sem muros sem casas ou pessoas há grutas, há deuses e um pouco de silêncio a rua de pedra conta a lenda do sangue que pensava ser revolucionário mas era também nada... era jovem e sonhava como jovem... não pode sonhar mais mortos e pedras só vivem em túmulos onde mães desejosa negam à Deus e lembram de pés pequenos e sujos que beijaram essa cidade me assusta... não que tenha feito mal aos jovens porém esse silêncio toca nosso coração como missa como elegia como o último gole daquela garrafa que jogamos no lago nunca houve violência nem homens aqui homens são criados por Deus e nada que Deus criou faria o quê foi feito não lave a rua , chuva deixe assim ... leio no vento uma súplica coloquial e e pesarosa de um rosa nascida com espinhos por afrota continuo a andar agora como sempre sem passos ou destino queria que meus olhos fossem teus para ver se encontro em mim o homem que diz que sou levo muitas almas comigo e nenhum amigo muita estrada e pouco pouso na certeza que paz existe no mundo que criou para nós dois no dia em que morremos adultos nas ruas de pedra da cidade sem homens...