Pular para o conteúdo

Frase de Michel Lara Resende

⁠Ela é efêmera em sua luminosidade, dotada de uma inteligência cortante e inexorável. Sua jornada é brilhante, porém árdua, marcada por uma sagacidade que, embora admirável, não encontra consolo nos refúgios do lar. Ela, cuja fulgência reside na complexidade de sua mente, envolta em uma aura de imprevisibilidade. Sua inteligência, como uma lâmina, corta através das camadas superficiais da realidade, revelando a essência subjacente dos acontecimentos. No entanto, essa clarividência não proporciona conforto emocional, pois sua existência é marcada por uma busca incessante por algo que permanece elusivo. O caminho dessa alma perspicaz é trilhado com determinação e a benção de Iansã, mas, paradoxalmente, carente do calor acolhedor do afeto e de um porto seguro. Qualquer tentativa bem sucedida de preencher esse vácuo, precipita a repetição de padrões já enfrentados, mergulhando-a em uma crise emocional. Seu potencial, vasto como um horizonte inexplorado, desmorona diante da vulnerabilidade de suas emoções. Cada ciclo, uma espiral descendente que desafia suas resoluções. Torna-se um eco doloroso da busca incessante por algo que permanecia inalcançável. Assim, sua figura efêmera se desdobra em um drama emocional, onde a fugacidade contrastava com a fragilidade das relações e a busca incessante por algo mais. Em meio à aridez de suas experiências, desbravando um terreno intricado e, por vezes, hostil, em busca de uma redenção que teimava em escapar de suas mãos.

Michel Lara Resende

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Michel Lara Resende

Um sólido conhecimento de boa fé, nunca se subverte-se aos desejos
Descobri Observando o calendário da vida Como morre um amor
Continuar lendo

Descobri Observando o calendário da vida Como morre um amor Ele não sucumbe por bactérias ou vírus, Não morre num instante Nem termina acabado por acidente Ele morre aos poucos lentamente... Sem querer, Porque o amor Sempre QUER sobreviver... Mesmo metralhado por dúvidas Açoitado por desconfianças, Agredido por ciúmes Ele se inclina pra um lado Se joga para o outro E levanta novamente, mesmo que ressurgido de uma traiçao Ele sofre um ataque Cai Titubeia Levanta tenta ficar forte É esfaqueado E ressurge de novo É açoitado, maltratado, E mesmo assim se arrasta É pisado, Espezinhado Mas segue tentando tocar o coração Pois o AMOR quase nunca desiste... Aos poucos aprendemos a seguir E deixar viver o afloramento do amor zumbi sempre tetando achar um motivo se quer para sobreviver Mas tem uma hora, tem um dia Não sabemos exatamente quando Sem nem saber como Ele some de vista como o Inverno entra na primavera, As vezes pode levar da adolescencia até o início da terceira idade, mas um dia está fadado ao calabouço do esquecimento, E quando surge novamente na memória Já está seco Duro Sem emoção Só daí saberemos Esse amor faleceu...