Frase de Tais Medeiros
Pulsos Cortados Pulsos cortados, meu sangue se espalha pela minha cama. Pessoas entram e saem do meu leito sem perceber que estou morrendo. Não morro por ele, mas por mim. Não agüento mais esse tempo de angústia. Tempo de solidão. O medo do futuro. Medo do presente. E fúria do passado. Ninguém ver que estou morrendo. Então permaneço perdido em meus pensamentos. Esperando a morte chegar. Então o tempo de angústia passará. O tempo de solidão também. Não haverá mais medo do futuro. Medo do presente e fúria do passado. Não sinto dor nos meus pulsos cortados. Só o frio, o frio do fim. O degelo de uma vida de encontro ao mar de liberdade.
No pensador.ai desde