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Frase de Samuel Eduardo Fortes

Incorruptível, talvez um Idealista ⁠ Nossa civilização é vítima de apenas uma única interpretação do mundo e, esta interpretação é a socrática-platônica, que acredita que o mundo não é apenas o que a gente vive, mas existe um outro mundo determinado pela ideia, pelo pensamento, pois todo idealismo é uma espécie de niilismo. Na medida que idealistas adotam valores tão elevados, refugiam-se em um mundo que nega a realidade que o cerca. Ao contrário de fazer uma realidade filosófica à partir do mundo, como Nietzsche pretendia, o idealista tenta mudar o mundo através de sua filosofia já preconcebida. Em Miscelânea de Opiniões e sentenças, ele escreveu: " O idealista é incorrigível, se é expulso do seu céu, faz um ideia de seu inferno".

Samuel Eduardo Fortes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a er…
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⁠Há algum anacronismo. Júlio Cesar, nunca foi chamado de Imperador, a seu tempo. Embora se diga que foi o fundador da era imperial de Roma, o nome "imperador" não existia. O que os romanos conheciam era o termo "rei", mas este não era um termo bem quisto, dada a má fama que a era monárquica gozava na era republicana. Júlio César, portanto, se autodenominava o cônsul de Roma, assim como, defensor da república, nunca um rei.

Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qua…
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Rosetas ⁠Os quatro ventos do místico ar da civilização. Quero que este muro construído com mentes retrógradas, desapareçam no espaço. Abram finalmente a porta e o portão aos injustiçados. Que toquem trompetes no céu e eu morria feliz. Ah, Abram-me Outra Realidade, símbolo de qualquer coisa no alto de uma coisa qualquer O norte, o que todos querem O sul, o que todos desejam O leste, de onde tudo vem O oeste, aonde tudo finda Os quatro modos de não ter razão, e entender o mundo.