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Frase de cs_az ( Instagram)

Doravante Talvez um dia eu me perca em esquecimento E não seja mais capaz de compreender toda minha ambivalência . Talvez, não saberia distribuir em frases coerentes metade do que sinto, ou até mesmo o contrário, não saberia . Seria uma tragédia ou comédia? Toda vivacidade de meus olhares vagos atribuiria certa imprudência a relatividade, outra vez, de minha existência efêmera. ? Ou arrastaria dentre os anos uma abjeção profunda e irreversível ? Quem sabe embriagado em noites vazias, E vazio por inteiro sem se quer saber onde moro . Talvez nem fosse, neste contexto hipotético, minha melhor opção. Posso propor encontrar-me em outros cantos nefastos e exprimir de maneira mais categórica a beleza que há de haver ali . Talvez eu já esteja recomeçando E todas estas conclusões sejam um reflexo do que fui, que ficaram gravadas no subconsciente e tudo o mais evaporou . 7 out. 2018 - 3:32 Am

cs_az ( Instagram)

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Pensador.com

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Vazio Não pude conter o desterro: Olhei o céu.
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Vazio Não pude conter o desterro: Olhei o céu. Estava vazio. Sim.Vazio. Uma alusão à minha existência, quem sabe. Pouco sabe-se da realidade. Poucos conhecem a si e aos outros. Habituei olhares para dentro. Vesti-me de outro ser e tentei enxergar-me de uma perpesctiva diferente. (Não gostei do que vi) . Olhei o céu. Estava vazio de novo. Sim.Vazio e escuro. Vi um senhor ao meu lado. Seus olhos sorriam. Sorria ele, ao céu . Não compreendi à principio. Então responsabilizei-me à perguntar : - o que vê, senhor? - ora, você não vê? o céu está lindo hoje! - disse-me ele. Naquele instante, toda complexidade subjetiva pressuposta em minha existência me caiu aos olhos - O céu sempre esteve cheio. Se pudesse diagnosticar a causa da ausência de mim mesmo, sofreria bem menos. Mas, que graça tem em viver, senão apreciar o que há de mais confuso dentro de nós mesmos? 26/08/18. 6:44

Palavras soltas. Não fujo da realidade Comparo-me a uma espécie extinta
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Palavras soltas. Não fujo da realidade Comparo-me a uma espécie extinta que ninguém mais comenta sua existência. A realidade foge de mim, De minha proeminência personalizada. Quem reescreveria essa história num pequeno quadro em branco, se não eu?. Mesmo que de qualquer jeito Ou até mesmo imaginário. Permaneço sonolento. Não pertenço a estas palavras . Talvez mais que isso, Coisa alguma faz parte de minha razão. Contradigo-me em casa, Porque a realidade que vejo é minha e ao mesmo tempo não. Seria assim a vida - Um fragmento estendido de vários céus-infernos pessoais . Cada um para seu tempo limitante . E julgo a veracidade da totalidade de impertinências que ainda nem soube distinguir no real Talvez sejamos isso: metade amor e ódio e ilusão. Tem sido assim desde quando? Quanto tempo perdi e me perdi de mim nesta vasta imensidão que acumulo há vinte anos. Compenso em causas contraintuitivas minha sagacidade imoral. Não busco equilíbrio entre argumentos vagos e pensamentos evasivos. Me perdi nesse meio E ali me estabeleci . Disso eu sei. E gosto. 27.09.18. 15:07

De um sábado Torno-me destas palavras: Subterfúgio para a realidade que vivo
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De um sábado Torno-me destas palavras: Subterfúgio para a realidade que vivo Perco-me no inconsciente tão constantemente que até penso em desistir em tudo que eu puder Me refazer em criticidade e ceticismo E lealdade à princípios esquecidos Torno-me destas palavras : O cetro que canaliza minha ambição . meu apego singelo à burocracia das coisas e a singularidade de fatos subentendidos . E introverso em lados distintos da lírica que me compõe no espelho-descaso arremesso o acaso do infinito de coisas finitas e belas Torno-me destas palavras : o acervo de uma canção incompleta Em versos, subjugo o inverso para adequar o mundo unilateral em mim . E certo da solidão e do barulho que sinto organizo a vida à intensidade de minha leitura, de minha visão sobreintensa e do espaço tempo que moro e permaneço em segredo. contrariando a ordem natural das coisas a liberdade de sentir e fingir que sou Deus, crio e recrio o âmago-essência sob retalhos de cantos e poemas. Essa finalidade inquietante de terminar o que comecei Mesmo errado e perdido, torne-me destas palavras o tudo , o nada e em parte, o mundo . respiro esse equilíbrio até ser apenas lembranças em fotagrafias na estante de alguém e depois, de fato, nada. 08/09/18. 16:18