Frase de Natália Agra
Silêncio aquilo que os grilos descosturam
No pensador.ai desde
Silêncio aquilo que os grilos descosturam
No pensador.ai desde
In the mood for love I como hei de dizer poesia?
In the mood for love I como hei de dizer poesia? o toque fino nas costas do desenho abstrato nasce uma orquídea nos dedos II os gatos nos distraem se distraem até que pegam no sono por nós quatro III eu gosto é de ficar aqui com você e os últimos desejos namorados das estrelas IV a alegria nem sempre alegra é aí que nos abraçamos e aumentamos o volume pela casa já é tarde, no outro dia você diz que meu sorriso desnuda o seu V decoramos a casa com os nossos beijos e muita bagunça na cama VI você me deu a sua máquina de poemas eu te mostrei o meu maior segredo você se esconde dentro de mim VII na rua espalho a multidão deixo você passar e parar quando quiser caso queira, vejo contigo as vitrinas mudarem de estação aliás, vemos a chuva, a rua molhada, a luz da noite derramar na chuva a luz da lua fazemos a chuva parar e voltamos pra casa VIII do olho mágico te vejo sair e te espero voltar IX o que me deixa mais feliz? o fim da noite quando no teu peito sinto o teu coração bater e respondo, noite bem! X estamos no segundo inverno aquietando a chuva na rosa mais vermelha do coração
Estrela-do-mar Para Lis que espetáculo é a palavra crepúsculo!
Estrela-do-mar Para Lis que espetáculo é a palavra crepúsculo! labirinto-oceano estrela cadente que valsa céu abaixo segredos de água-viva do navio projeto-me em concha, um par de mãos dadas vieira-vênus: (explosão da aurora) que palavra é estrela senão chuva?
os olhos gotejam no balde a liberdade melancólica da lua sempre só
os olhos gotejam no balde a liberdade melancólica da lua sempre só num silêncio-móbile que Patti Smith canta: você seria uma asa no céu azul em sua escuridão finally we are no one pergunto-me se isso não seria o fim do horizonte
Poema do infinito tâmaras maduras em teus quadris corpo em flor de anis
Poema do infinito tâmaras maduras em teus quadris corpo em flor de anis escapa vivo num torso místico: todo o profano Aruanda é aqui nesta cama