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Frase de Tiago Amaral

É você que é a chama de minha alma. Amo-te desde do dia que te vi, surgindo como uma estrela que caia diante de mim. Me embriaguei pelos teus olhos castanhos. E desde o momento eu não percebi, mas já estava eu apaixonado por você. Completamente apaixonado por você. E não percebi que cada vez mais dentro de minha alma e de meu coração, sois de paixões e de desejo queimavam. E ainda queimam por você. Meu coração e também a minha alma ardem em chama. Tomados por uma paixão intensa e incontrolável. Então percebi que não posso deixar de te amar e por isso cada vez mais esse sentimento queima. Queima como sois no interior de minha alma. E sinto que eu não sei viver sem você. Eu apenas poderia tentar, mas nem mesmo sei como. Nada sou sem você, desde do dia em que te vi, desde o dia que te conheci. E desde então eu te amo, desde então eu te amo. Te amo e te desejo cada vez mais. E cada vez mais ardentemente o meu coração e minha alma são tomados por um anseio incontrolável e perturbador por sua alma e também pelo seu corpo. E tudo que eu mais queria é não viver mais longe de você. Nunca mais viver longe de você, nem mesmo por um mero segundo desde então. Não esperava te encontrar e muito menos ser tomado por tais sentimentos por você. Te amo, te amo, te amo como um imenso Sol. E você é a sublime Lua que apareceu no céu noturno da minha solidão. E trouxa uma luz feminina e divina para minha vida. De amor, dor, felicidade e também de perturbação. Por essa situação que é a de para sempre te amar.

Tiago Amaral

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Tiago Amaral

Escrevendo no meio do nada em uma cabana enquanto paro para observar a lua cheia e contemplar ela.
Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado…
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Hospital Vidas a agonizar com tamanha angustia que chegava a me afligir. A minha própria alma um sentimento vazio de pura pena. Enquanto nos semblantes de outras almas eu podia em suas caras ver uma expressão fria de tão pura tristeza. Na espera de algum ente querido, condenado a vagar parado, enquanto esperava com tamanha agonia a sua vez. E meio ao um corredor cujo em minha mente as paredes se rachavam enquanto tudo escurecia. E as luzes aparentava-se serem lâmpadas velhas, amareladas. E aqueles corpos vivos as esperas, pareciam diante dos meus olhos como almas a sofrer no purgatório dos vivos. E sentia-me eu como um anjo em um corredor de hospital abandonado. Cujo o teto gotejava por cima das teias que teciam as aranhas que ali moravam. Eu tinha então a sensação de pisar em pedras cuja tais pareciam serem úmidas e frias. Que eu sentia através dos meus pés toda a frieza daquele lugar, tão triste quanto sombrio. Era um corredor terrivelmente tenebroso diante de mim. E os meus olhos testemunhara toda aquela melancolia e tristeza. Eu sentia por dentro que minha alma não mostrava o que o meu corpo mostrava. Que era uma total completa sensação de tristeza e pena profunda. E todos que passavam pelo corredor caminhavam a sim com um semblante triste, preocupados, chorando em meio a uma agoniante, agonia profunda. Tanto que me doía a alma, então eu também chorava, de corpo como de alma. E tudo isso eu notei antes mesmo de entrar naquele hospital, no qual como anjo, me fazia tão mal.