Frase de Miguel de Cervantes
Quem ama o perigo, nele perece.
No pensador.ai desde
Quem ama o perigo, nele perece.
No pensador.ai desde
Ah, memória, inimiga mortal do meu repouso!
As obras que se fazem depressa nunca são terminadas com a perfeição devida.
Cuide de vossa graça, pois aqueles ali não são gigantes, mas moinhos de vento, e aquilo que pensais serem braços são as pás que, girando o vento, movem a mó.
Se, por vezes, o juiz deixar vergar a vara da justiça, que não seja sob o peso das ofertas, mas sob o da misericórdia.