Frase de Carlos de Castro
LOS COJONES DE SALVADOR DALI (tradução rápida: Os colhões de Salvador Dali) Ele desenhava, pintava E fotografava, Esculpia Sem esquadria No cubismo, dadaísmo Num surrealismo Que arrepia. E quando a musa obtusa Mas sempre difusa O inspirava, Ele o bigode retorcia Como um bode que está com cio E perde o pio De uma assentada. Ele pintava relógios derretidos Nos tempos cerzidos Pelas sua memórias. Neste desfiar de vanglórias Lembro-me de alguém que pintou Em telas por demais inglórias Aquilo que ele mais amou - Os cojones, os seus colhões Ao dependuro. E com razão e sentidos no duro, Esse pintor de tomates Espécie de Bonifrates - Sou eu! Fui eu! (Carlos de Castro, in Há Um Livro Triste Por Escrever, em 02-10-2024)
No pensador.ai desde