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Frase de Rodriggo Souza

A estação do Ano outono/inverno Acordei e o clima era outro A estação de embarque era a chuva Tão aclamada aos ventos Tão esperada a semeadura. O sertão rachavam-se milagrosamente à benção Bichos e plantas secavam ao sol que sem saber queima. A tua chegada foi é esperada na oração Mas o vento veio e te trouxe nos braços. Vem vem vem mais pra perto não nos faz deserto Vem mas vem sem fúria. Há muitos que não tem culpa Há muito que precisa da cura. Fica fica e nos mostra o quão es querido Faz o milho virar varão Os laços trançar feijão. A raiz tecer farinha O verde crescer capim O lago beber o raso. Vou dormi e aqui minha esperança Que tu Outono/Inverno Vestido de terno Nos fará voltar criança. E conhecer teus irmão estão do Ano!

Rodriggo Souza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nada sei nem sou Vivo cada passo sem urgência Nada programado, nem previsto
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Nada sei nem sou Vivo cada passo sem urgência Nada programado, nem previsto Meu tamanho é tempo começo meio e infinito...

"A pressa é curta, não atraí muitos detalhes. 'O importante da viagem não é a chegada, é o caminho trilhado' Tenha passos leves porém precisos, tropeços faz parte do seu crescimento!
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"A pressa é curta, não atraí muitos detalhes. 'O importante da viagem não é a chegada, é o caminho trilhado' Tenha passos leves porém precisos, tropeços faz parte do seu crescimento! A estrada é longa tem tempo curto"

Laura Minha Rainha, Mainha. Pra minha mãe sempre fui um filho distante, um filho montanha, um filho gigante, um filho longe de seus afagos e abraços. Ela sempre imbuída de afeto e solidão. Sempre incumbida dos mais naturais cuidados zelos, preocupações pentelhas – Não suba no mu…
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Laura Minha Rainha, Mainha. Pra minha mãe sempre fui um filho distante, um filho montanha, um filho gigante, um filho longe de seus afagos e abraços. Ela sempre imbuída de afeto e solidão. Sempre incumbida dos mais naturais cuidados zelos, preocupações pentelhas – Não suba no muro, não caia daí!. Fui crescendo cheio de mimos por aquelas mãozinhas surradas pela labuta, labor afã. Por aquelas palavras esbugalhadas de medo, sofrimento e dor. Hoje crescido, minha mãe velha de pele marcada pela falta de amor e carinho. Me vejo cada vez mais distante dela porém ela ainda mais colada a mim. Debilita, limitada fisicamente, percebo que mais debilitado e limitado é o meu amor ou falta dele para com ela, um amor retroativo sabe? Eu totalmente vassalo a ela, "um grão de areia uma gota d'água", sempre fui desde da barriga, lugar aonde morrei, comi e bebi através dela. Ela que me permitiu viver junto das suas entranhas vísceras, aonde por 9 meses fui um órgão dependente de sua respiração. Onírico ao seus sonhos. "Deixar de ser óvulo, indefinição, projeto, embrião. Pra ser bebê, criança homem, varão". Enfim assim, de lágrimas no rosto e na alma, de pedra na garganta e na consciência. Reverencio você minha terna e eterna Rainha, minha mãe madre Mainha Laura. Seus feliz dia das mães.