Frase de Manuel Bandeira
Desencanto Eu faço versos como quem chora De desalento. . . de desencanto. . . Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenhum de pranto. Meu verso é sangue. Volúpia ardente. . . Tristeza esparsa... remorso vão... Dói-me nas veias. Amargo e quente, Cai, gota a gota, do coração. E nestes versos de angústia rouca, Assim dos lábios a vida corre, Deixando um acre sabor na boca. – Eu faço versos como quem morre.
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Fonte e informações de autoria
Pensador.com | Fonte: BANDEIRA, M., A Cinza das Horas, Teresópolis, 1917 | Nota de autoria: A autoria desta frase foi verificada pelo Pensador.com.
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