Pular para o conteúdo

Frase de Jéssica Díez

Sou fria, gelada Um ser pobre e sem valia. Sou fraca, sem salvação, Injuriada da escuridão. Uma promessa me vem na mente, À minha vida eu juro amor, Mas em troca você poderia Me livrar dessa eterna dor?

Jéssica Díez

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Jéssica Díez

Tenho medo. Sou uma medrosa incontestável. Tenho medo da minha carência. E dos lugares que esse vazio pode me levar. Também morro de medo do futuro. De não conseguir realizar minhas metas, porque sei que não tenho forças pra tentar. Medo também tenho da morte. Não a morte literal…
Continuar lendo

Tenho medo. Sou uma medrosa incontestável. Tenho medo da minha carência. E dos lugares que esse vazio pode me levar. Também morro de medo do futuro. De não conseguir realizar minhas metas, porque sei que não tenho forças pra tentar. Medo também tenho da morte. Não a morte literal, mas a morte dos meus sonhos, que é também a minha. Tenho medo do nada. De não ser nada, não viver nada, não aprender nada. Mas meu maior medo é o de mim. E do que eu sou quando não estou com você. Não posso evitar não sofrer. Me livra do meu medo, da minha angústia. E volta. Vem me pertencer.

Eu sinto sua falta. Sinto falta do cheiro de spray do seu cabelo. Sinto falta dos seus brincos de pressão. Sinto falta das suas meinhas com desenhinho. Sinto falta do seu jeito de cruzar as pernas e balançar o pé. Sinto falta de quando você chupava gelo. Sinto falta da sua caipir…
Continuar lendo

Eu sinto sua falta. Sinto falta do cheiro de spray do seu cabelo. Sinto falta dos seus brincos de pressão. Sinto falta das suas meinhas com desenhinho. Sinto falta do seu jeito de cruzar as pernas e balançar o pé. Sinto falta de quando você chupava gelo. Sinto falta da sua caipirinha sem açúcar. E do seu chapéuzinho de tricô. Sinto falta também do seus pés gelados quando eu dormia na sua cama. Sinto falta da sua risada assistindo desenho. Sinto falta das histórias das suas bonecas. Sinto falta dos lugares que você foi. Sinto falta de quando jogávamos bocha. Sinto falta do cheiro do seu carro novo. Sinto falta de te ouvir cantarolar "Trem das Onze". Sinto falta dos barulhos que você fazia enquanto dormia. Sinto falta até daquele seu remédio nojento. Sinto falta do cheiro de roupa antiga do seu armário. Sinto falta da sua maionese. E da sua sardella. Sinto falta do seu hálito de mamão pela manhã. Sinto falta do jeito que você me olhava. Sinto falta do jeito que só você me chamava. Sinto falta das suas correntes de ouro. Sinto falta das suas trapaças no carteado. Sinto falta de quando você dançava. Sinto falta de boiar com você no mar. De brincar da maré nos levar. Faz um ano que eu não te vejo... Mas eu sinto tanto a sua falta.

Você que me fita de canto de olho, com um leve sorriso nos lábios, saudoso, recordando do tempo que passou. É, você mesmo, dá uma olhada em volta e veja o que restou, veja o que sobrou de nós. Restou um abismo, uma imensidão sem igual. Restou um frio cortante, de gelar as entranh…
Continuar lendo

Você que me fita de canto de olho, com um leve sorriso nos lábios, saudoso, recordando do tempo que passou. É, você mesmo, dá uma olhada em volta e veja o que restou, veja o que sobrou de nós. Restou um abismo, uma imensidão sem igual. Restou um frio cortante, de gelar as entranhas. E um grito agoniado, daquele nosso velho amor desamparado. Você que me encara, pensando consigo mesmo em tudo o que mudou. Eu te pergunto. Valeu a pena? Além das penas de si mesmo, o que mais você ganhou? Eu ganhei pranto e dor, lamúrias e descrenças e, finalmente, ganhei a indiferença. Mas você, você mesmo, sabia o que estava prestes a encarar. Sabia tão bem que se fez de tolo em nossos reles momentos de estarmos juntos. Você que me traz tantas recordações, tantos sentimentos. Pena, dó, lamentação. Você se arrepende? Você que me amava, eu sei que sim. Você queria que tudo acabasse assim? Você soube como seria com outra, será igual com as próximas que virão? Você que continua me olhando, insinuando, desejando, lembrando, sofrendo, tentando voltar com um passado enterrado fundo nas nossas mais antigas lembranças. Querendo reviver um sentimento há muito apagado, porém marcado, no meu coração. Você que se maltrata, se revira dia e noite pensando no amor desperdiçado. Não me resta mais nada, não te resta mais nada. Você que agora me desvia o olhar, envergonhado. Me olha no olho! Defende a tua súplica! É, você mesmo. Você que um dia me desdenhou. Você que eu não amo mais.

Me pergunte tudo que eu posso ser, e eu lhe digo que sou. Sou quem eu quero ser. Posso ser amável, quando tenho em mim a irremediável necessidade de agradar. Também sei muito bem como manipular. Posso lhe fazer pensar e agir exatamente como meus astutos planos sugerem. Sei ser co…
Continuar lendo

Me pergunte tudo que eu posso ser, e eu lhe digo que sou. Sou quem eu quero ser. Posso ser amável, quando tenho em mim a irremediável necessidade de agradar. Também sei muito bem como manipular. Posso lhe fazer pensar e agir exatamente como meus astutos planos sugerem. Sei ser confiante, nas raras ocasiões em que me sinto assim. Além disso, posso ser inquieta, teimosa, arrogante, prepotente e até mesmo mentirosa, isso é muito fácil pra mim. Quando quero, sou meiga e carinhosa, posso até me encher de futilezas, desde que traga algo a me beneficiar. Posso ser burra, e também muito esperta. Também consigo ser calma, mas na maioria das vezes me encho de anseios. Finalmente, sei que posso ser o que quiser. Mas de que isso me adianta se não sei realmente quem sou?