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Frase de Guilherme Niemeyer

⁠Sociedade X Indigentes Os ébrios que andam pelas ruas de alguém Cantando as músicas que não ouvem Ouvindo os que falam sem língua e virgulas Partindo para lugares que ninguém vai e virá Desbravar o estado de suas mentes retidas Ao tempo dos relógios, humanos de ternos Olhando em pulsos vazios, sem alma e vida Como aqueles esfomeados, ponteiros de vossos dias São os atenuadores da saudade Os amigos do esquecimento Apoiadores convictos do real O acaso de pessoas indigentes Conhecem a mentira e a verdade Não previnem o manhã "raquítico" Pouco reagem ao descuido da tempestade E desde sempre é a maioria que existe Para nada existir, em motivo do povo

Guilherme Niemeyer

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Guilherme Niemeyer

⁠Adágios . O que passou refletiu-se em meus olhos. Causou este incômodo, em prantear o lenço com água. Passou como moléculas de poeira em todo quarto imundo e encardido, o qual faz silêncio as mudanças. Não me fale mais o valor de sentir o aroma do dia-a-dia, se não sinto o úni…
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⁠Adágios . O que passou refletiu-se em meus olhos. Causou este incômodo, em prantear o lenço com água. Passou como moléculas de poeira em todo quarto imundo e encardido, o qual faz silêncio as mudanças. Não me fale mais o valor de sentir o aroma do dia-a-dia, se não sinto o único perfume que irradia toda minha vida. Evite ouvir o que se pulsa além do óbvio, ou escrever o porquê erudito, em verbos autênticos com essa locução tão fraca. Espero deste despejo d'água cercando aquilo, cujo bem que me faz, deságue em caminhos até o último sudário.

⁠Obras O dia obreiro. Silêncio se torna a música mais tocada. A cabeça levada ao aconchegante, escolhemos descansar os olhos por pernoitar, e desfrutar do bem que ocorre em nosso dia ou lamentar aquilo e aqueles que não desfrutam. Seguimos como um brilho além de toda escuridão o…
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⁠Obras O dia obreiro. Silêncio se torna a música mais tocada. A cabeça levada ao aconchegante, escolhemos descansar os olhos por pernoitar, e desfrutar do bem que ocorre em nosso dia ou lamentar aquilo e aqueles que não desfrutam. Seguimos como um brilho além de toda escuridão ovacionada. Vejo aquilo tão belo e hipócrita — o nada rarefeito —, vagando pelo absoluto e chegando a lugares onde o fútil prevalece.