Frase de Carlos Peres Feio
(poema a escrever hoje, ou nunca) não dei por ele, talvez brisa no pescoço e na orelha, o primeiro arrepio de prazer talvez tenha sido isso leve, começo a senti-lo refresca-me mas cresce, torna-se forte antevejo um tornado, com todos os sentimentos no centro a elevar-se em espiral, para fora de mim e do mundo dos ventos amor-vento já uma tempestade abre-me os olhos, amor-água escorre-me pelo rosto pelo corpo as cordas das velas do meu passado esticam rangem vibram, as cruzes nelas bordadas partem com o vento e a minha alma fica branca pura disponível para receber as tuas marcas, só as tuas! Carlos Peres Feio
No pensador.ai desde