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Frase de Matheus Ribeiro de Souza - Zer0esquerda

⁠não! Não somos suficientemente incríveis. somos potenciais incríveis. por mais avesso que possa parecer, somos como as aves em migração, sozinhos não conseguimos seguir. sozinhos nos perdemos de todo o resto só saberemos ser suficientemente "incríveis", quando ouvirmos, percebermos ou sentirmos. e é isso que sempre desloca, que nos coloca nos vértices triangulares das paredes. bem já se sabe "que os outros completam as faltas" respire, relaxe olhe e vá. o vértice triangular sustenta o zer0 nas paredes, que se levanta e mais uma vez segue, caminha - olha para o azul e diz: não agradeça a companhia, ser gentil, amável e cuidadoso, tampouco é um esforço, você mereceu.

Matheus Ribeiro de Souza - Zer0esquerda

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Matheus Ribeiro de Souza - Zer0esquerda

⁠14 de julho de 2025. Ele se sentia incomodado com a minha presença, não me queria por perto, mas, ao mesmo tempo, me confundia com sinais de carinho e afeto. Desde o início da relação, propus um diálogo aberto, expus minhas fragilidades e, muitas vezes, deixei-me levar pelas m…
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⁠14 de julho de 2025. Ele se sentia incomodado com a minha presença, não me queria por perto, mas, ao mesmo tempo, me confundia com sinais de carinho e afeto. Desde o início da relação, propus um diálogo aberto, expus minhas fragilidades e, muitas vezes, deixei-me levar pelas minhas inseguranças. Inúmeras vezes convoquei conversas sobre isso, apontei a possibilidade de recuar, de darmos dois passos para trás na relação, entre outras alternativas. O que mais me machuca é saber que fui subestimado. Quando mostrei minha vulnerabilidade, não foi para assustar, mas para alertar sobre minhas feridas emocionais. Conheço muito bem os meus sentimentos e acredito que a sinceridade pode ser a chave para o diálogo — mas, nessa relação, não funcionou. Várias mentiras foram empilhadas sobre a mesa. Falsos desejos foram compartilhados. Afetos e carinhos que nunca foram verdadeiros. A verdade é que talvez não tenhamos sido permissivos. Talvez permitir-se fosse o caminho: permitir-se falar, conversar, dizer, explicar. Mas não. Nunca houve a preocupação em me dizer que eu não era desejado na vida dele. Posso parecer frágil, mas tudo o que quero é poder ser inteiro com alguém que partilhe a vida comigo. Não é o amor no sentido idealizado da palavra, mas um amor real: a partir do desejo do outro, podemos florescer como na primavera, cair como as folhas no outono ou queimar com as geadas do inverno. E, a partir do desejo, também podemos arder como fogo na pele alheia, sem que isso seja um ato de traição. Sou sincero e verdadeiro — a mentira me enoja como um regurgito. Nos tempos em que vivemos, o amor é fragmentado. É preciso assumir isso para caminhar junto à verdade. Assumir que, numa relação, o outro deseja o "nós", mas também deseja os "outros" — esse caminho parece ser mais justo, verdadeiro e coerente. Não posso apagar o meu desejo, assim como você não pode apagar o seu. Então, por que não nos alinhamos para arder como chamas, enquanto nos espalhamos como brasas por aí? As gerações se conflitam, os humanos gorjeiam, e as relações se enfraquecem. A hiperindividualização do eu dificulta o movimento do nós. Na contemporaneidade, há uma necessidade de comportar os prazeres a partir das nossas liberdades — mas ser livre não significa estar sem o outro. Como podemos compactuar com a verdade de forma equivalente aos nossos desejos? Abdicar dos desejos é um caminho para o apagamento do eu? Em que implica a ascensão do eu em uma relação que contraria o nós? O que o fetiche pela mentira revela sobre o caráter de alguém?

Minha mãe me nomeou Matheus. Pela vida, muitas vezes, foi preciso me refazer. Dentre vários de mim se destaca um eu. Alguém que veio ao mundo nu e sabe que dele nada levará. Mas que em sua caminhada poderá criar ou imaginar mundos possíveis para aqueles que sentem-se desentendido…
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Minha mãe me nomeou Matheus. Pela vida, muitas vezes, foi preciso me refazer. Dentre vários de mim se destaca um eu. Alguém que veio ao mundo nu e sabe que dele nada levará. Mas que em sua caminhada poderá criar ou imaginar mundos possíveis para aqueles que sentem-se desentendidos do eu, dos⁠ outros e talvez do mundo. Aqueles que não tem nada a perder e sabem disso dedico essas poesias. dedico minhas poesias a quem na vida, nos cantos das paredes ou nas andanças do mundo sente-se as margens. dedico essas poesias a você a quem se sente, por vezes, um zer0 à esquerda.

⁠quando a cadeira, estiver distante da mesa, e isso incomodar,
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⁠quando a cadeira, estiver distante da mesa, e isso incomodar, é melhor que volte a cadeira pro seu devido lugar quando estiver acompanhado E a cadeira estiver distante da mesa, e isso não agradar, é ideal comunicar. se há ruído é possível ser entendido. A ponte que liga o querer ao poder é a essência da liberdade de se sentir a vontade pra ser escolhido ou poder escolher.