Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

VERSOS GENUINOS (soneto) Não me devaneei na quimera... Perdi-me Na indecisão, entre os amores. E descobri-o Junto de ti, vivo, bem vivo... E tão gentio! E na escolha do querer, ao coração sublime E há mais do que galgar, sem ser íngreme: Há o que no desejo, ao tocar, tem arrepio E no olhar, o tal brilho, aquele que é luzidio Que faz histórias, e aos sonhos não oprime Ah! Como é bom contigo estar, ó prenda! Tão ansiada. Onde a paixão não é fugitiva E entenda: - és tu a mais feliz das alegrias Se é uma terna ilusão, ou talvez uma lenda Assim possa, então, à inspiração ser cativa E ao amor, os versos genuínos, das poesias © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 09/01/2020, 06’35” - Cerrado goiano Olavobilaquiando

Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol (poeta do cerrado)

⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério
Continuar lendo

⁠poema de finados hoje é dia de finados de estar no cemitério de pesares anexados e de um olhar etéreo hoje é dia de finados de tributo, de oração de prantos sufocados apertura no coração hoje é dia de finados da tristura que brade dos viveres passados hoje é dia de saudade... ... é dia de finados! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 02/11/2020, Araguari, MG Finados

VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda
Continuar lendo

VIRADA Começa a haver meia noite, memoração Como se tudo no tilintar das taças finda Calam-se os corações, os fogos falam Abraços hão de haver, de haver ainda E o universo inteiro sozinho... O meu fadário calado e na berlinda Do silêncio na inspiração d'um ninho Ruídos da rua, passos de ida e vinda E os festejos sussurrando baixinho E sozinho o universo inteiro... Felicitações me são dadas do vizinho Pelo ar ecoam acumulação de cheiro Então deixo ilusões na taça de vinho E velo solenemente o meu cativeiro E inteiro sozinho o universo... No rés do chão ter esperanças é roteiro Já o pensamento na saudade disperso Esperando, escutando, leve e sorrateiro Qualquer coisa, antes de dormir, averso Sozinho, solitário não, romeiro... Vou dormir! Amanhã, dia outro e diverso. Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado

ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano
Continuar lendo

ADEUS ANO VELHO Deste que passaram-se horas Do velho ano Do ano que já é outrora Agora recordação, tempo profano A cada segundo, minuto, hora Dia após dia, quotidiano O tempo vai, vai embora Sorrateiro e ufano Muito antes, antes de mim Veloz e insano Sem parar, até o fim... No diverso plano Vida que segue, "Quixotesco" no seu rocim Adeus velho ano! Luciano Spagnol Cerrado goiano Poeta do cerrado