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Frase de Lucas Strochinski

Princesa. Sabe, às vezes me pego pensando em como era, em como sou. Me lembro de ti, princesa, rica de alegria e esplendor sorriso lindo, cabelos cor de ouro, vivia como se a vida fosse o maior tesouro. Linda em todos os aspectos, pura até onde sabia, me apaixonava a cada vez que te via. E quando falávamos... ah, que alegria! Hoje és mulher traços sensuais eu vejo, cintura que faz minhas falas soarem como exagero. Pedi a Deus, tantas vezes, que me levasse ao tempo onde eras só um sonho meu. Infelizmente, não aconteceu A vida segue. Nunca volta. Já rastejei por lamúrias, lutei, iludi, feito sedutor de palavras enxutas. Tentei ser galante, charmoso, elegante mas eram mentiras astutas. Sou e fui um poeta errante, um louco sem remédios, um apaixonado sem amor, sem chama, sem teto. Não culpo ninguém. Fui eu que deixei a vida chegar a esse ponto. Sou o maior culpado pelos meus desencontros, um afastador nato! Dos que na minha vida se apontam. Por ignorância, relutância ou medo, blindo meu peito para novos peitos. Que homem mais triste: desistiu da vida antes de vivê-la, agora só vive na escrita, feito sombra esquecida, perdido no tempo, perdido na vida.

Lucas Strochinski

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Pensador.com

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Reanimei sem querer (e agora, faz o quê?) Lendo um poema antigo, olha só no que deu... Reacendi uma chama, que nem sabia que era meu! Vi sua foto outro dia, deu até um arrepio... Tá mais linda que antes, e eu aqui... meio vazio. Ôôôô, e agora, faz o quê? Se meu coração danado só pensa em você? Ôôôô, o tempo foi, mas não levou... Aquele moleque bobo que te amou! Me diz, ainda dá risada do jeito que eu falava? Ainda vira o rosto quando alguém te elogiava? Se eu te puxasse pra dança, será que ia lembrar? Ou será que dois passos já iam te tropeçar? Ôôôô, e agora, faz o quê? Se meu coração danado só pensa em você? Ôôôô, o tempo foi, mas não levou... Aquele moleque bobo que te amou! Se quiser me chamar, tô por aqui, sem pressa... Mas se for me chamar, chama logo... antes que eu peça!

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Título: Estrupício. Revirei memórias, fucei no passado, Lembrei de um amor... meio atrapalhado. Na escola, inocente, bobo e sonhador, Mas já carregava o dom do pavor. Ela me olhava com brilho no olhar, E um belo apelido vinha me dar. "Meu anjo", "meu doce", seria? Quem disse! Com todo carinho, me chamou de Estrupício. Que sorte a minha, um nome de classe, Soava elegante... mas só na audácia. E eu, orgulhoso, sorria safado, Mal sabia que era um xingado disfarçado. E assim se passou meu primeiro carinho, Com tapas, insultos e um certo jeitinho. Se amor é isso, estranho que sou, Talvez Estrupício... seja quem amou!

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⁠Título: Felicidade Verdadeira. Triste por fora, feliz por dentro. Enganando todos, a todos momentos. Pois felicidade é melhor vivida, do que aparentada, falsificada ou ilusionada. Para viver e amar não precisa de fotos na internet, apenas um coração, grudado igual chiclete. Uma boa companhia, uma pessoa completa, só sua, de mais ninguém. Guardada apenas no momento, para relembrar quando se veem.

⁠Título: Escrevi à mão. A menina mais linda, o olhar encantado, Mas meu coração? Andava parado.
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⁠Título: Escrevi à mão. A menina mais linda, o olhar encantado, Mas meu coração? Andava parado. Até que um dia, sem me segurar, Falei pro amigo: "A olho sem parar..." Ele riu na hora, nem quis escutar: "Isso é paixão, não dá pra negar!" "Que nada, rapaz! Deixa de inventar!" Mas ele insistiu, rindo sem dó, "Se gosta, confessa! Não seja um bocó!" Coragem? Passei bem longe então... Só me restou escrever à mão. "Serás minha? Sim ou não?" Dobrei o papel, tentei disfarçar, Deixei na mesa, saí sem olhar. Mas quando vi, lá estava o "sim", O mundo girou, quase teve um fim! Fiquei tão bobo, nem sei explicar, Só quis gritar e sair pra dançar! E hoje eu rio, lembrando então, Da minha primeira grande lição: Que às vezes o medo atrasa a paixão, Mas tudo se resolve num bilhete à mão!