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Frase de Joplin Fonseca

Lágrimas em Cada Verso Queria eu, deglutir da cor amarelada, Para que minha tristura me deixe. Queria eu, comer da vida apodixe E apagar minha melancólica libitina. Queria eu, me salvar da mofina e Viver e reviver momentos de euforia. Queria eu, não oscilar para disforia E entrar em prantos e esperar a morte. Estou farto de viver uma ilusão de vida e Me glorificar por auferir banalidade, Tomar efêmeras pílulas de infelicidade E júbilo para alimentar expectatividade. Fingir que minha ledice é constante, Mesmo em catástrofes como morte. Queria eu, ser como Van Gogh e Me iludir de que o amarelo é alegre E perpetuar minhas lágrimas em cores E esperar que deus me brilhe, Mesmo depois da morte.

Joplin Fonseca

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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A vida é um imenso vão de expectativas que quanto mais cresce, mais vazio fica.
Agora é dia, posteriormente tarde e noite: Descortina crepúsculos do dia e das trevas, Contempla sol, contempla luar e estrelas.
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Agora é dia, posteriormente tarde e noite: Descortina crepúsculos do dia e das trevas, Contempla sol, contempla luar e estrelas. Meio fóbico, em estado de trâmite: Arroja-se nos cosmos, situa-se quirelas: Aterrado pelo infinito e diversidade, Opta por colapsos estelar por liberdade, O indigente fenece pelo vão de aquarelas. Meu fármaco é frívolo ante da enfermidade. Débil para viver, expecto por vermes Que devora a minha epiderme do caixão e O que resta dos órgãos. Isso, seus infames, Carcome essa carcaça e tal soturnidade. Agora o exício é minha melhor idoneidade.