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Frase de Darlyane Magalhães

É como se nada fosse meu, me vejo só, tolo plebeu querendo um coração roubar, mas deixo a alma toda falar. Tipo Claudinho e Buchecha, um romance preso na cabeça, mas minhas próprias incertezas me prendem na maior fraqueza. Eu toco o violão pra fugir, mas me vejo como Marta a subir… e logo depois sou Kuririn, caindo sem saber onde ir. E eu grito como uma banshee, mas ninguém nunca ficou aqui. Eu que achava ser Hulk, me vi num labirinto feito só pra mim. Queria ser Ravena, Mutano, mudar minha vida ano após ano… mas meu mundo virou outro enredo, Capitão sem América, rindo do próprio medo. As teias que deviam me segurar viraram corda no naufragar. Poseidon tentou me resgatar, mas nem a sereia eu pude enxergar. Fui branca de neve sem a cura, Frost nem viu a minha lua. Quis ser gelo só pra me esconder, mas o mundo não conseguiu me ver. As luzes todas querem brilhar, a minha é faísca pronta a apagar… minha Viúva Negra a decidir dar “game over” no que restou de mim. E eu grito como uma banshee, mas ninguém nunca ficou aqui. Eu que achava ser Hulk, me vi num labirinto feito só pra mim. Queria ser Ravena, Mutano, mudar minha vida ano após ano… mas meu filme não teve final, me perdi no meu próprio mundo real.

Darlyane Magalhães

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Darlyane Magalhães

Algo brando e singelo sou, eu e você em um destino paralelo.
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Algo brando e singelo sou, eu e você em um destino paralelo. Era eu a te amar, você a me escutar — sou verdade ou pesadelo no teu pensar? Poderíamos ter sido o amor mais verdadeiro, nos amar de janeiro a janeiro. Mas o amor, essa droga delicada, ficou entre parênteses. Você foi faísca. Eu fui quem te ofereceu o mundo inteiro. Girei palavras tentando falar de amor: era você e ela ou era você e eu nesse mundo onde eu pensava que tudo era só dor? Você é minha inspiração diária, o fragmento mais belo nesse mundo de ilusões onde sobrevivi escutando refrões de um amor que nem sei se foi verdade ou se foi meu pensamento afastando a realidade. A cruzada dessa guerra foi perdida uma vez — só para eu saber se caminho sozinha ou se ainda vou te encontrar para viver uma vida bela, leve e singela.

--- Me diz como é perder tudo. Me conta sobre as vozes que imperam no submundo,
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--- Me diz como é perder tudo. Me conta sobre as vozes que imperam no submundo, sobre o silêncio que às vezes pesa mais que o próprio grito. Me fala se és fogo ou faísca, se és o gelo que congela a vida ou o vento que alivia o verão. Poderias ser o mormaço depois da chuva num dia bom, poderias ser a calma, mas me lanço na tua piscina e percebo que ela é rasa demais pra tudo que não se explica e nem sempre ameniza. Somos, às vezes, como um coração de mãe tentando dar tudo — mas também somos os ingratos do mundo. Feito pássaros, sigo a voar, mas quis por uma fênix no meu pensar. Meus pensamentos voam como o vento, sou como a erva que desfaz a paisagem perante o firmamento. Minhas palavras ecoam pela imensidão. Joguei minha rede ao mar e ainda não sei se fisguei uma verdade ou mais uma contradição.

Quem era Darlyane naquele lugar? A que lutava nos treinos ou a que guardava tudo no pensar?
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Quem era Darlyane naquele lugar? A que lutava nos treinos ou a que guardava tudo no pensar? Uma imagem, várias vozes. Era mais fácil rir do que encarar o algoz. Perdi minha meminha, minha mochilinha — era minha? Ou de outra pessoa nesse caos, nessa ventania? Foi o mais difícil de compreender: enquanto ela chamava por ela, outras vozes a fizeram descer. Era puro. Pena que deu tudo errado. Precisou de uma mensagem pra rasgar a verdade diante do estado. Os ferros tonificaram a dor. O suor não veio. Veio o choro incolor. Sinto falta da sua poesia que compunha minhas melodias. Foram dias e dias da sua sina pra querer ter, ao meu lado, minha melhor companhia. Pena que, por um momento, fiquei só. Quis você ao meu lado e, mais uma vez, fiquei só. Era pra ser o segredo mais bem guardado, mas tudo ficou preso no meu subconsciente: abstrato, intercalado. Mandei mensagens pra pessoas que nem sei se ficaram ao meu lado. E algo em mim doeu como a dor de um parto — não nasceu ninguém, mas eu perdi algo que nunca mais voltou igual.

Ooooh, querida não olhe pra trás. Somos tolos em busca de uma solução,
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Ooooh, querida não olhe pra trás. Somos tolos em busca de uma solução, somos a dança, somos a canção. Você pode não ouvir nenhuma palavra — é na falha que entendemos que não somos nada, nem ninguém naquele lugar. Todos podem me ouvir, mas será que alguém me escuta? Todos podem me ver, mas alguém vem me visitar? Somos estrelas caminhando sozinhas. Nascemos com ajuda, mas seguimos entre labutas. Vemos a dor do outro, mas quem caminha conosco durante a dor de um parto, durante o peso de um fardo? Somos fortes, mas às vezes não entendemos. Guardamos tudo, e nem sempre compreendemos. A válvula está na fé — uma fé que nem nós entendemos. Intercedemos, pedimos uma saída, mas me vejo contra a parede: não é porta, é muro, devolvendo tudo como contrapartida. Era uma via única. Pena que eu poderia ter acreditado. Sua verdade é surda e muda pra você, enquanto o mundo aprende que nem sempre a repreensão é o ser — é só o parecer. Você perdeu tudo sem perceber. Não lutou. Deitou e esperou acontecer. Foi a voz que fez o mundo chorar, a dor de um submundo. Foi a púrpura que te calou naquele segundo — pena que ela não te levou, apenas te fez desaparecer de uma luta profunda, de anos e anos a fundo.