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Frase de Agda Yokowo

É como deitar na rede, olhar o céu. Debaixo deste mesmo céu, estamos. Este céu que abriga todas as pessoas do coração da menina. E então, aqui, agora, faz de conta que não existe distância. E daí, nada mais importa. As metáforas fazem cosquinhas na sua cabeça. E seus olhos fazem poesia da vida. Sem o dever de ser tristeza ou alegria...

Agda Yokowo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Agda Yokowo

Eu cheguei a acreditar. Fechei meus olhos com força. Não olhava mais o horizonte. Não olhava mais o céu. Nem me deitava na rede. Achei poder sobreviver assim. E que esconder a saudade embaixo do tapete, fosse me fazer crer. Mas a dor continua aqui. A cada duas palavras uma é saud…
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Eu cheguei a acreditar. Fechei meus olhos com força. Não olhava mais o horizonte. Não olhava mais o céu. Nem me deitava na rede. Achei poder sobreviver assim. E que esconder a saudade embaixo do tapete, fosse me fazer crer. Mas a dor continua aqui. A cada duas palavras uma é saudade. E eu me canso. Mas não passa.

Vamos fazer de conta. Que o beijo vai ser como a gente imaginou que ia ser. Sem meias palavras. Sem silêncios pertubadores. Só a doce ausência da saudade.
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Vamos fazer de conta. Que o beijo vai ser como a gente imaginou que ia ser. Sem meias palavras. Sem silêncios pertubadores. Só a doce ausência da saudade. Sentir o mesmo vento bater no rosto. Caminhar nas mesmas calçadas. E perceber que o sentimento faz sentido, enfim...

Tem certas coisas que eu tenho medo de escrever. De escrever e de falar em voz alta. Porque tenho medo de minhas próprias dúvidas.
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Tem certas coisas que eu tenho medo de escrever. De escrever e de falar em voz alta. Porque tenho medo de minhas próprias dúvidas. E de minhas convicções abaladas. Tenho medo de perder as certezas que um dia tive... E de ver meus principios fazerem eco na escuridão. De perder o chão. ... Porque no exato momento em que me deito, as dúvidas preechem minha falta de sono. E me fazem doer a cabeça. E pedir ao relógio que pare. Ao mundo que silencie. E à vida que espere: porque a menina, agora, está perdida...