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Frase de Andreza M. Antunes

⁠⁠Teimo intentar Temo não lograr Tento deslembrar Tantos desejos quiméricos Teclo o fascínio Telefonei e você atendeu Telúrico querer Ter ou não ter? Trafeguei em alto mar Toquei seu corpo Tatuei vosmecê Tardei em dizer — Tabuleiro do amor Todo o teu gosto Tende a ser Tempestivamente meu . Tenciono sobre os lábios Turvos motivos Tensões apaixonadas Tentando convencer — Telemetria à flor da pele Ter ou não ter? Tua boca na minha Telenovela das seis . Teatro feito de iguarias Taças de feitiços Travadas em você Taquicardia jovem Tendência a fazer Templos de segredos Tempos de mistérios Ter ou ter você?

Andreza M. Antunes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Andreza M. Antunes

⁠Dos gostos da vida os mais repentinos são os que suscitam
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⁠Dos gostos da vida os mais repentinos são os que suscitam a predisposição a amar. Apreciar a brevidade, sem deixar de fitar o evo é inferir que o ego cego nada pode contra a physis. E quando o medo circunda, atravancando a vastidão (e o apelo é para o não) transpasso meu coração ao desejo mais límpido, que deveras traduz a arte do meu íntimo. Pressupondo que é vário enxergo sem embargos que a vida é imprevisível.

⁠Ainda lembro de você Às vezes com querer, Às vezes sem conceber
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⁠Ainda lembro de você Às vezes com querer, Às vezes sem conceber Por que findamos no espaço-tempo. Será que expiramos pela fatalidade do acaso Ou estamos vivas numa outra realidade? Da tua boca saem mistérios Do outro lado suspiro Enquanto te almejo. Em câmera lenta recordo do nosso beijo e percebo que aviou. Pois, me sobejaram apenas memórias. A verdade é crua, baby! — O amor às vezes, tanto bate até que fura E acaba.

⁠É impreterível experimentar para entender, compreender com o corpo, vivenciar para dizer qualquer coisa, antes de mais nada. Tornar-se quem se é, implica coligir traquejos, jazer numa verdadeira tarimba — É constituir-se de um exército de soldados, narrativas afundas, no intento…
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⁠É impreterível experimentar para entender, compreender com o corpo, vivenciar para dizer qualquer coisa, antes de mais nada. Tornar-se quem se é, implica coligir traquejos, jazer numa verdadeira tarimba — É constituir-se de um exército de soldados, narrativas afundas, no intento de transgredir. Travar guerra contra si, dentre os anseios e devaneios, tal e qual, deixar de ser e passar a ser outra coisa ao mesmo tempo, é terrivelmente prazeroso. Mas também é uma tragédia. Um processo que ordena atenção, prudência e esquecimento. Dado que, logo após hastear castelos, conventos e catedrais, nos sobram tão somente ruínas, despojos de vitrais, um vazio existencial, vácuo puro. Por que não inventar um novo jeito de empreender a vida? Que seja então infinitamente mais bonita, desprendida de matéria, outrossim, repleta de éter.