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Frase de Zeu Silva

⁠Os conceitos lógicos de sujeito e predicado em Vinícius Romanini "...porque quando a gente tem uma ideia, uma imagem, algo que está se apresentando aos nossos sentidos, de alguma forma, e a gente tá começando a elaborar isso, isso tá no estágio de latência. A gente percebe que tem elementos que a gente tá capturando da realidade, do projeto, instigações que estão chegando até nós, mas elas ainda não estão articuladas. A gente ainda não conseguiu produzir...enquanto a mensagem não aparece, as coisas estão no estado de latência. esse conjunto de possibilidades que envolvem uma situação, na lógica, é o que chamamos de predicado. Os predicados são etéreos, são inefáveis. Eles só encarnam nas situações concretas. Aí você precisa de um sujeito pra que esses predicados encarnem. Então o sujeito é o cliente, é o produto que você está desenvolvendo. É aquele rótulo, aquela embalagem, é aquele trabalho específico para o qual esses predicados precisam convergir, se articular na forma de algo. Este algo é o sujeito. Quando você consegue juntar as duas coisas, nós temos uma proposição, que é juntar os predicados com o sujeito...A proposição é a mensagem..." Vinícius Romanini

Zeu Silva

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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⁠Texto: palavra viva Há quem leia dez livros
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⁠Texto: palavra viva Há quem leia dez livros em um mês. Eu acho fantástica essa rapidez. Creio nos jovens por essa façanha. Desconfio dos velhos leitura tamanha. Minha leitura é lenta, cheia de fios. Respeito os verbos Nos seus desafios. E os advérbios, braços de rios.

Brás Cubas e os eventuais sons da natureza "Agora, quero morrer tranquilamente, metodicamente, ouvindo os soluços das damas, as falas baixas dos homens, a chuva que tamborila nas folhas de tinhorão da chácara, e o som estridulo de uma navalha que um amolador está afiando lá fora…
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Brás Cubas e os eventuais sons da natureza "Agora, quero morrer tranquilamente, metodicamente, ouvindo os soluços das damas, as falas baixas dos homens, a chuva que tamborila nas folhas de tinhorão da chácara, e o som estridulo de uma navalha que um amolador está afiando lá fora, à porta de um correeiro. Juro-lhes que essa orquestra da morte foi muito menos triste do que podia parecer."