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Frase de joana paes

Quanto vale a aprovação dos seus semelhantes? Quanto isso realmente te custa? Custa caro! Custa desistir de projetos, sufocar opiniões, desviar de desejos, submeter-se a ideais que não são seus. Nada é de graça. Custa caro ter a aparência que se deseja, seguir o próprio coração, fazer escolhas. Tem um preço o sorriso que brilha no seu rosto por se sentir satisfeito consigo mesmo. Tem um preço o sentimento de realização de um sonho. A determinação custa, a ousadia custa, os sonhos custam. Mas o que seríamos sem eles? Fantoches seguindo um script manjado para uma plateia tediosa, preconceituosa e eternamente insatisfeita. Uma plateia que mascara suas frustrações, enfia os próprios sonhos no baú do conformismo e enterra os questionamentos. São como zumbis e querem disseminar essa ideia. Se você faz parte dessa plateia boa sorte, boa vida. Não tenho nada a te dizer. Mas se não faz, fuja, corra, lute, sue, se decepcione, chore, seja discriminado, odiado talvez. Suas ideias causarão impactos e questionamentos em vez de aceitação e alegria. É o preço por ser autêntico. Vale a pena não ser?

joana paes

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Tira essa surpresa do olhar. Não pense que só existe o que você é capaz de notar. Não é porque você tem preguiça de afastar a cortina que as pessoas não tem nada abaixo da superfície. Eu queria ter sido alguém para você. Queria fazer parte de sua lista de convidados, ou melhor,…
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Tira essa surpresa do olhar. Não pense que só existe o que você é capaz de notar. Não é porque você tem preguiça de afastar a cortina que as pessoas não tem nada abaixo da superfície. Eu queria ter sido alguém para você. Queria fazer parte de sua lista de convidados, ou melhor, alguém que nem precisa convidar. Queria que você admirasse minhas qualidades e defendesse meus defeitos. Que confiasse na minha sinceridade e não duvidasse das minhas capacidades. Não porque sou perfeita, mas porque sou sua. Queria ser insubstituível e não descartável. Queria importância e não indiferença. Queria ser única e não avulsa. Queria completar e não sobrar, inspirar carinho e não pena, ser um presente não um fardo, uma amiga e não uma obrigação, ‘agregável’ e não descartável. Queria que nossos momentos não fossem só passado. Queria sentir algo mais que gratidão e saudade. Queria ligar pra perguntar o que vamos fazer hoje e não fingir que esqueci, que não dói. Isso tudo me tornou uma pessoa dividida. Dividida entre tudo isso que eu queria ter sido para você e o que quero ser para mim mesma. E eu opto por seguir em frente, crescer com os tombos, aprender superar. Opto por conquistar meus próprios amigos, desenvolver outros traços da minha personalidade, estar com quem me ama. Ser tudo o que posso ser e não apenas o que você conseguiu ver. Opto por assimilar que apesar de você fazer falta, às vezes é com as pessoas que não estão mais conosco que moram nossas maiores afinidades.

Ela se foi. Antes que ele desse conta. Antes que criasse coragem ou tomasse vergonha. Antes que o braço torcesse, o orgulho quebrasse e o juízo falasse.
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Ela se foi. Antes que ele desse conta. Antes que criasse coragem ou tomasse vergonha. Antes que o braço torcesse, o orgulho quebrasse e o juízo falasse. Antes que a ambição faltasse, o orgulho sucumbisse, o amor prevalecesse. Antes que aprendesse seus gostos, seus gestos, seu cheiro. Ela se foi. Absoluta, decidida, ferida. Não esperou nada e simplesmente foi. Não por maldade. Por tristeza.

Certa vez eu tive um sonho. Sonhei que uma alternativa não anulava a outra, que a bondade era sempre reconhecida e o companheirismo prevalecia. Que coisas materiais não nos prendiam, nossos ouvidos eram libertos de frases preconceituosas e imbecis, auto estima vinha de berço. C…
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Certa vez eu tive um sonho. Sonhei que uma alternativa não anulava a outra, que a bondade era sempre reconhecida e o companheirismo prevalecia. Que coisas materiais não nos prendiam, nossos ouvidos eram libertos de frases preconceituosas e imbecis, auto estima vinha de berço. Crianças não ficavam doentes nem passavam frio/fome/abandono. Ser mãe não era uma questão de DNA e pai e mãe eram sempre um porto seguro. As pessoas reclamavam menos e se doavam mais, o apoio substituía a crítica, cor da pele só representava quantidade de melanina. Um sonho que ultrapassou as barreiras do sono e me faz companhia nas noites frias.