Frase de Lina Marano
Ainda vivo da viagem Na nossa carruagem E fico sem coragem De ir embora Meu bem Tiravas a embalagem E ficávamos de beberagem No vai e vêm Do crepúsculo à aurora De que eu era refém Eras meu remédio, sem dosagem Tempestade, sem estiagem Eras o motor e a embreagem E eu, do teu corpo senhora Aderente feito tatuagem Eu era uma, eu era cem Era todas do teu harém E todos nos olhavam com desdém O que me resta agora? Tudo o que eu viva, estará aquém (eFEITO taTUagem)
No pensador.ai desde