Frase de Gih Schmidt
O Apocalipse não é o fim do mundo. É o fim de uma forma de ver. A palavra “apocalipse” significa revelação. É quando aquilo que estava oculto vem à luz. Por isso ele parece destruição. Mas o que está sendo destruído não é a vida são as ilusões que sustentavam uma consciência fragmentada. É o colapso das máscaras. Das crenças. Das identidades que criamos para não olhar. É quando a mente que divide que acusa que distorce já não consegue mais se sustentar. E tudo aquilo que foi evitado começa a emergir. Por isso é intenso. Por isso é desconfortável. Porque não é sobre perder o controle do mundo é sobre perder o controle da ilusão. O Apocalipse é interno. É o momento em que a sombra vem à consciência e não pode mais ser negada. É quando o “diabo” a mente que separa é visto com clareza. E ao ser visto começa a perder força. O que parece caos é, na verdade, revelação. O que parece fim é reorganização. Porque quando a divisão cai o que sobra não é vazio é inteireza.
No pensador.ai desde