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Frase de Pr. Gersé Jordão da Silva

⁠OS DIAS ATUAIS E SEUS CONTRASTES EM RELAÇÃO AO NATAL Quanto amor Deus nos mostrou, quando seu Filho Jesus ao mundo enviou. Mas quanto desamor o mundo a Jesus tem mostrado. Em Belém, ao nascer, lugar em pousadas lhe foram negadas. Hoje, lugar no coração, como Rei e Salvador, tem-lhe sido negado. Neste Natal muitos estão tão ocupados com as coisas deste mundo, Que estão enfastiados de Jesus. Descrédito e rejeição, eis o resultado. Que contraste! Que contraste! Que contraste!... O Mundo anseia tanto pelo amor, a paz, a alegria, a vida...! Veio Jesus, que tudo isto é e graciosamente nos oferece de verdade, Porém muitos preferem o que é falso, ilusório e transitório! A sabedoria que muitos arvoram ter, loucura em verdade é! A profecia de Jesus para os fins dos tempos está se cumprindo, A fé da humanidade em Deus está cada vez mais diminuindo! Sim, as trevas da incredulidade estão sobre a terra se abatendo. Clamemos ao Senhor por misericórdia, e o Evangelho a todos proclamemos! Os cultos de Natal, outrora tão ansiados e frequentados, Hoje se encontram esvaziados, e por muitos indesejados. Até as reuniões em família, que até bem pouco eram preferidas ao Natal, Mesmo elas, também estão perdendo o seu apreço, Pois o individualismo o senso de comunidade está destruindo. Cumpre-se a verdade poética, que da Bíblia foi extraída: “Quem tem Jesus, tem tudo, que não tem, não tem nada” Reflitamos: O que será deste mundo se continuar a rejeitar a Jesus?

Pr. Gersé Jordão da Silva

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Pensador.com

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A mentira engana, escraviza e mata; a verdade edifica, liberta e dá vida eterna. Uma mentira religiosa tem consequências mais graves do que a violência: esta mata o corpo, aquela mata a alma. O propósito da religião é religar o ser humano ao Criador. Porém, digo com dor, que um…
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A mentira engana, escraviza e mata; a verdade edifica, liberta e dá vida eterna. Uma mentira religiosa tem consequências mais graves do que a violência: esta mata o corpo, aquela mata a alma. O propósito da religião é religar o ser humano ao Criador. Porém, digo com dor, que uma religião que se estrutura na mentira, o homem de Deus desliga. Se se pode religar, o que um dia foi desligado. Foi isto que ocorreu quando o ser humano deu lugar em sua vida ao pecado contra o Seu Criador. Como Criador do universo somente existe um, então o termo Religião só faz jus quando aplicado ao Real Criador. A região que se fundamenta em tradições humanas mentirosas, anula e/ou abandona, segundo Jesus, a Palavra de Deus, que é a verdade. Uma grande mentira é afirmar a relatividade da verdade, colocando-a sujeita a subjetividade da tirania da individualidade do ser humano caído e inclinado à mentira. É bom que se diga que a verdade precede e está acima da humanidade, pois a verdade é tão eterna quanto o é o Criador. Uma afirmação ou é verdade ou é mentira. Jamais verdade e mentira ao mesmo tempo como prega a doutrina da relatividade. Existem diferentes níveis no conhecimento da verdade, os quais vão desde o menor até o mais elevado grau possível ao ser humano. Quanto mais o nosso conhecimento se aproxima comprovadamente da verdade, mais elevado é o nosso conhecimento da verdade. Jamais relatividade da verdade, pois esta põe em dúvida a verdade e até mesmo a nega, põe em conflito os seres humanos como sujeitos do conhecimento e, por fim, atentam contra o Criador e Sua Revelação, a Bíblia. Defendendo-se a relatividade, defende-se que qualquer mentira é verdadeira, uma vez que cada um pode de forma consciente e pelas razões mais vis defender sua mentira como verdade.

O rico insensato faz da riqueza o seu deus e, ainda, por tabela, a si próprio como seu deus. Já o pobre cobiçoso, faz da pobreza sua causa de revolta contra o seu semelhante e contra o verdadeiro Deus, seu Criador. Porém, tanto um quanto o outro, são igualmente adoradores da riqu…
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O rico insensato faz da riqueza o seu deus e, ainda, por tabela, a si próprio como seu deus. Já o pobre cobiçoso, faz da pobreza sua causa de revolta contra o seu semelhante e contra o verdadeiro Deus, seu Criador. Porém, tanto um quanto o outro, são igualmente adoradores da riqueza (idolatria). Um, por possuir a riqueza e, o outro, por querer possuí-la.